
(Veja vídeos ao final das informações) - Um grupo de familiares e amigos de Letycia Peixoto Fonseca, grávida assassinada no último dia 2, se reuniu, na tarde desta segunda-feira (27), na frente da sede do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ/Campos), pedindo por justiça. Eles se manifestaram no momento em que o suposto mandante do crime, o professor e companheiro da vítima, Diogo Viola de Nadai, começou a ser interrogado pelo promotor de Justiça, Fabiano Rangel Moreira. A delegada titular da 134ª DP/Centro, Natália Patrão, que coordenou as investigações que culminaram na prisão do professor, acompanha o depoimento. Após ser preso, o professor foi levado para um presídio em Itaperuna, onde está isolado em uma cela.
O crime ocorreu no último dia 2, quando Letycia chegada à sua em acompanha de sua mãe, que também foi baleada. Ao longo desse tempo, a Polícia prendeu cinco apontados como suspeitos: dois executores, o dono da moto usada no crime, o intermediário da empreitada criminosa e o mandante (Aqui). Dos cinco presos, quatro estão atrás das grades com prisão temporária decretada. Já o suspeito de intermediário encontra-se em prisão domiciliar. (Leia mais abaixo)
A delegada Natália Patrão se diz convencida que o professor e companheiro da vítima foi o mandante da morte. No pedido de prisão temporária feito à Justiça, Natália se mostra convencida de que o professor mantinha há anos dois relacionamentos amorosos, e resolveu optar por um deles, por isso teria mandado matar Letycia. Um dos relacionamentos era com Érica, também professora do IFF, a mulher com a qual era casado, e outro com a engenheira Letycia, com quem tinha uma convivência.
Já o advogado Thiago Carvalho, que atua na defesa do professor, afirmou ao Campos 24 Horas que seu cliente continua negando o crime. E o advogado vai além e discute a legalidade da prisão através de um habeas corpus. -Caso Letycia: Professor acessou vídeo no Campos 24 Horas -Condutor da moto diz que foi contratado por R$ 5 mil *Mais informações a qualquer momento