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Executivos e Presidente da Usina Canabrava prestam depoimento no MP de Campos

ADULTERAÇÃO DE COMBUSTÍVEIS, LAVAGEM DE DINHEIRO E OUTROS CRIMES

31/08/2017 17h31 | Foto: Filipe Lemos/Campos 24 Horas

O diretor executivo, o diretor-presidente, além de empresários ligados à Usina Canabrava, estão prestando depoimentos nesta quinta-feira (31) ao promotor Fabiano Rangel(na foto), da Promotoria de Investigação Penal de Campos (MP-RJ). Essa é a fase do processo de investigação denominada oitiva, onde são interrogados os envolvidos no caso de adulteração de combustíveis, além de crimes de fraude, derivando para lavagem de dinheiro, estelionato, entre outros, tudo isso dentro da operação batizada como “Combustível Limpo”. A imprensa não tem acesso à audiência nesta fase do processo, como forma de resguardar os atos investigatórios.

Além do MP de Campos, o projeto Canabrava está sendo investigado em várias esferas e órgãos, com diversas suspeitas de malversação de verbas. O fundador e criador do empreendimento conseguiu atrair investimentos de entidades fechadas de previdência complementar, especialmente Petros e Postalis, fundos de previdência da Petrobras e Correios, assim obtendo-se os recursos necessários à criação da empresa. A captação desses investimentos no mercado financeiro ocorreu em 2008, havendo muitas denúncias de majoração artificial do valor da empresa, o que tem criado diversos conflitos entre os sócios.

RELEMBRE O CASO

Em entrevista ao Campos 24 Horas, o promotor Fabiano Rangel afirmou que o município de Campos tem hoje um grupo ligado à área dos combustíveis que forma uma verdadeira máfia, com crimes e fraudes derivando para lavagem de dinheiro, estelionato, adulteração de combustíveis, entre outros.

O Campos 24 Horas teve acesso a informações que dão conta de que, após a primeira etapa da Operação “Combustível Limpo”, com ações de integrantes do Ministério Público (MP-RJ), da Agência Nacional do Petróleo (ANP), do Procon e Receita Estadual, além de suporte do GAP e das Polícias Rodoviária Federal e Militar, haverá desdobramentos.

O promotor Fabiano Rangel revela que haverá novas etapas da “Operação Combustível Limpo” e que não está descartada a possibilidade de prisões dos envolvidos, inclusive, empresários. O esquema pode envolver diretores e executivos da Usina Canabrava, onde diversos documentos foram apreendidos.

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