O WhatsApp restabeleceu a conta da Associação dos Familiares e Vítimas do 8 de Janeiro (Asfav), na noite da terça-feira 9.(Leia mais abaixo)
Oeste noticiou o banimento do número usado em uma campanha em prol da anistia aos detidos naquela data.(Leia mais abaixo)
Conforme o aviso que aparecia no celular usado pela instituição, a conta caiu porque o número estaria supostamente “violando a política comercial do WhatsApp”.(Leia mais abaixo)
Em virtude do caso que envolve o WhatsApp, a Asfav fez ainda um perfil no Telegram.(Leia mais abaixo)
Campanha pela anistia antecedeu queda da conta pelo WhatsApp
A Asfav iniciou anteontem uma campanha em prol do perdão. Dessa forma, segundo a presidente da associação, Gabriela Ritter, o objetivo é obter 1,6 milhão de rubricas em todo o país. Para isso, começaram a usar o WhatsApp.(Leia mais abaixo)
Ainda de acordo com Gabriela, a iniciativa popular deve se chamar Cleriston da Cunha, o Clezão, em homenagem ao empresário morto na Papuda, em virtude de um mal súbito, depois de sucessivos apelos de soltura ao Supremo Tribunal Federal.(Leia mais abaixo)
Perdão aos detidos
Apesar da campanha via WhatsApp, a oposição discute a anistia desde o fim de 2023. Congressistas de direita, no entanto, avaliam meios de articulação com demais deputados e senadores, a fim de conseguir apoio a uma das medidas atualmente em tramitação.(Leia mais abaixo)
Durante uma manifestação na Avenida Paulista, o ex-presidente Jair Bolsonaro fez um apelo aos parlamentares em prol do perdão aos presos.(Leia mais abaixo)
Essa bandeira deve ser uma entre outras que a oposição ao governo Lula vai tratar com afinco até o ano que vem.
Fonte: Revista Oeste