WhatsApp agora permite denunciar mensagens específicas; veja como

O WhatsApp adicionou uma opção para denunciar mensagens específicas na última atualização do seu aplicativo. (leia mais abaixo)

Com a novidade, é possível indicar um conteúdo mais antigo da conversa para a análise dos moderadores do app. Em conversas individuais, somente a mensagem escolhida é encaminhada para a análise. Nos chats em grupo, são enviadas os 5 últimos conteúdos. (leia mais abaixo)

Até agora, a ferramenta permitia somente fazer a denúncia de um perfil, que enviava as últimas 5 mensagens mais recentes do chat para a empresa. Essa dinâmica continua valendo ao denunciar o contato.

Como denunciar uma mensagem?

Para fazer a denúncia de mensagens específicas é preciso apertar e segurar sobre um conteúdo na conversa e apertar o botão “denunciar”.

No iPhone, essa opção aparece sobre a mensagem. Nos celulares Android, ela fica em um menu na parte de cima da tela.

As atualizações de aplicativos costumam ser liberadas aos poucos, então é possível que a novidade demore alguns dias para aparecer para todos.

Ao denunciar uma mensagem, o contato que está sendo denunciado não é notificado, segundo o WhatsApp.

Essa mudança acontece cerca de um mês depois de uma reportagem do site americano “ProPublica” revelar que o aplicativo conta com mais de 1.000 funcionários terceirizados para analisar denúncias enviadas por usuários.

Na ocasião, o recurso de criptografia de ponta a ponta do WhatsApp (que embaralha o conteúdo para que somente quem envia e quem recebe a mensagem possa vê-la) foi questionado.

A empresa explicou que a criptografia permanece intacta, uma vez que ao denunciar um chat o usuário estaria “enviando” essa mensagem para a companhia e que o WhatsApp não consegue realizar essa leitura sem o consentimento de um dos participantes da conversa. (leia mais abaixo)

“Embora não haja moderação de conteúdo no WhatsApp, as denúncias ajudam a combater abusos mais raros, mas muito mais extremos, como o compartilhamento de material de abuso sexual infantil”, defendeu a empresa.

Fonte: G1