A partir do dia 1º de maio está de volta a proibição da venda de álcool 70% no Brasil. A liberação de comercialização do produto, que foi interrompida em 2002, aconteceu em modo de exceção durante a pandemia de covid-19.(Leia mais abaixo)
Para João Prats, infectologista da BP – A Beneficência Portuguesa de São Paulo, o álcool gel com concentração de 70% e a água com sabão são as melhores formas de higienizar as mãos e evitar a contaminação do vírus da covid-19 e outras doenças. Mas essa não é a única alternativa.(Leia mais abaixo)
“Além desses, produtos de limpeza com cloro e até mesmo o álcool ‘comum’, com porcentagem menor, são efetivos”, aponta o especialista.(Leia mais abaixo)
Acerte na limpeza – Na ausência do álcool 70%, tanto a água sanitária quanto o sabão são eficazes para manter superfícies limpas. O mesmo serve para os desinfetantes. O CFQ (Conselho Federal de Química) recomenda diluir 25 ml do produto químico em um litro d’água antes de sua utilização. Concentrações mais elevadas de água sanitária exigem luvas.(Leia mais abaixo)
E não é preciso esfregar os cantos da casa todos os dias para mantê-la limpa. “Se não há grande circulação de pessoas pelo ambiente, não faz sentido higienizar o tempo todo”, afirma Prats. Portanto, manter a limpeza à rotina normal (de preferência uma vez por semana) já é o suficiente.(Leia mais abaixo)
Já quando falamos de celulares – que são grandes portadores de microorganismos, é preciso ter cuidado da hora da limpeza.(Leia mais abaixo)
“O melhor a se fazer é ter dois panos, sendo um ligeiramente úmido e outro seco. Pode-se utilizar álcool ou álcool gel para umidificar o pano, mas ele não pode estar encharcado ou pingando”, diz André Castro, gerente de operações do Grupo PLL, assistência técnica especializada em reparos de celulares.(Leia mais abaixo)
Em seguida, basta usar o pano seco para garantir que não vai sobrar nenhum excesso de álcool no aparelho.
Fonte: Uol