Campos 24 Horas - A partida da volta entre Vasco e Palmeiras válida pela semifinal da Copa do Brasil irá acontecer em São Januário. O Cruz-Maltino, que avaliava a possibilidade de utilizar o Maracanã como palco, definiu que irá mandar o duelo em seu estádio. O jogo irá acontecer em novembro.
O Vasco entende que ter o Maracanã na partida contra o Boca Juniors, pela semifinal da Sul-Americana, é prioridade, já que na competição, o Cruz-Maltino terá que utilizar um estádio com mais de 30 mil pagantes. Esta é uma determinação da Conmebol. A utilização do Maracanã em alguns jogos é uma batalha que o Vasco tem travado neste ano com o Consórcio do estádio, que é administrado por Flamengo e Fluminense. O Cruz-Maltino teve seu desejo negado na partida das quartas de final da Copa do Brasil contra o Vitória.
No ano passado, o clube de São Januário conseguiu utilizar o Maracanã como palco da final da Copa do Brasil contra o Corinthians. Na ocasião, o Cruz-Maltino acabou sendo derrotado por 2 a 1 e ficou com o vice-campeonato.
Em relação a Sul-Americana, o Vasco conta com o apoio da Conmebol para tentar viabilizar o estádio para a partida contra o Boca Juniors. O duelo irá acontecer no próximo dia 20, e também será o jogo de volta da semifinal da competição. A entidade sul-americana deseja que o jogo aconteça no estádio e pode entrar com um lobby junto ao Consórcio Fla-Flu, que administra o complexo esportivo. A data da partida da Copa do Brasil ainda não foi definida, mas irá acontecer em novembro. Conflito antigo Na semana passada, o Vasco entrou com uma petição na Justiça do Rio, em um processo movido desde 2023 contra o Flamengo e no qual o Fluminense entrou como interessado. Nessa ação, o Cruz-Maltino rebateu uma acusação do Rubro-Negro, de que um jogo do clube de São Januário contra o Palmeiras naquele ano tinha deixado o gramado "repleto de buracos".
O Vasco apontou que no mesmo ano, em abril, Flamengo e Fluminense realizaram nove partidas no Maracanã. O clube de São Januário desqualificou um relatório apresentado pelo Rubro-Negro de uma empresa especializada e ainda trouxe decisões judiciais anteriores que também desconsideraram o documento.