TSE determina que Gleisi Hoffmann apague postagem sobre Bolsonaro em redes sociais

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) determinou que a presidente do PT, Gleisi Hoffmann, exclua uma postagem das redes sociais em que ela acusa o presidente Jair Bolsonaro de ser o mandante da morte de Benedito Cardoso dos Santos, assassinado em Mato Grosso durante uma discussão com um colega. (leia mais abaixo)

De acordo com as investigações da Polícia Civil, Benedito foi assassinado a facadas por Rafael Silva de Oliveira, apoiador de Bolsonaro, após uma discussão sobre política. Após esfaquear Benedito, o autor teria pego um machado e acertado o pescoço da vítima, quando ele ainda estava vivo. (leia mais abaixo)

Benedito teria pego uma faca no meio da discussão e dado um soco em Rafael. Então o autor teria tomado a faca e atingido a vítima 15 vezes, no olho, na testa e no pescoço e finalizado o crime com o machado. (leia mais abaixo)

Gleisi atribuiu a Bolsonaro a responsabilidade pelo crime. “Conversei com o irmão do Benedito Cardoso dos Santos, barbaramente torturado e assassinado por um bolsonarista em MT. Vamos acompanhar juridicamente o caso para que o assassino seja punido. Mas queremos da Justiça Eleitoral providências para o mandante do crime: Jair Bolsonaro”, escreveu ela nas redes sociais.(leia mais abaixo)

Na ação, a defesa de Bolsonaro alega que “a liberdade de expressão e de crítica política não contempla a imputação de crime e destaca que a atitude da representada, mormente por exercer função no Poder Legislativo brasileiro, estimula uma rivalidade política extremada que direciona à polarização, à hostilidade e à crise da sociedade”.(leia mais abaixo)

Para o relator do caso, o ministro Paulo de Tarso Vieira Sanseverino, ficou evidenciado o prejuízo à honra do presidente. Ele determinou que a postagem seja removida dentro do prazo de 24 horas e fique inativa até julgamento definitivo do caso.