Testes cognitivos e físicos em idosos da Casa de Convivência do Tamandaré

A superintendência do Envelhecimento Saudável e Ativo (Sesa) segue com a segunda etapa do projeto de Mapeamento de Diagnóstico da Fragilidade Cognitiva, com a realização de testes cognitivos e físicos em 60 idosos que participam de atividade físicas da Casa de Convivência do Parque Tamandaré. Os testes são feitos em parceria com o Isecensa e fazem parte do programa da rede de proteção social. O objetivo é indicar o estado da atividade cerebral associada a atividades físicas dos idosos.

A superintendente Heloisa Landim explica que o projeto foi considerado um exemplo pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), sendo o grande indicador da consolidação das políticas públicas implantadas, com a parceria com cursos do Isecensa – Educação Física, Pedagógica, Enfermagem, Psicologia e Fisioterapia.

— Essa parceria com o Isecensa é fundamental, pois nos dá condição de irmos além do fazer, pois conseguimos investigar, pesquisar, buscar diagnósticos para que possamos colaborar preventivamente com a saúde do idoso. Essa é a proposta do Prefeito Rafael Diniz — disse Heloisa Landim.

De acordo com o coordenador de Educação Física do IseCensa e doutor em Saúde Mental pelo instituto de psiquiatria da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Maurício Calomeni, vários testes estão sendo realizados para avaliar a fragilidade e o desempenho cognitivo e físico dos idosos. O objetivo é ver como essas atividades impactam na saúde mental e na atividade cerebral desses idosos, como forma de prevenir as doenças, como Alzheimer e a demência.

— Estamos mensurando o nível de atividade cerebral, através do nosso equipamento de eletroencefalograma, onde medimos de forma precisa como é que está a ativação do cérebro desses idosos. Esperamos com isso, determinar o perfil de cada um e, como essas atividades, na qual eles praticam impactam diretamente na atividade desses idosos. A partir disso, entraremos na terceira fase, onde promoveremos algumas atividades físicas para melhorar essa condição — disse Maurício Calomeni.