Com mais de 40 mil pessoas no Maracanã, o Fluminense deixou o campo sob muitas vaias após o empate em 0 a 0 com o Criciúma, que manteve o time com o risco de rebaixamento no Brasileirão. Com o resultado desta terça-feira, o tricolor está, temporariamente, na 15ª posição com 39 pontos. O time catarinense permanece no Z4, com 38 pontos em 17º lugar na tabela. Nas últimas rodadas, o tricolor enfrenta o Athletico-PR, fora de casa, o Cuiabá, no Maracanã, e o Palmeiras, em São Paulo.(leia mais abaixo)
Desde o primeiro minuto da partida, o Fluminense impôs seu jogo. Pressionou o Criciúma no campo de defesa, e abriu o jogo pelos lados. Sobretudo com a dupla Arias e Keno, que levaram o time ao ataque pela esquerda. Mas ter a posse de bola e certa liberdade para trocar passes não resultou em chances claras de gol. Ao longo do primeiro tempo, o tricolor teve sete finalizações, mas apenas uma foi no alvo. Mesmo número do time catarinense, que claramente veio ao Rio para se defender e, talvez, aproveitar um contra-ataque.(leia mais abaixo)
Em uma das finalizações, os jogadores do Fluminense pediram pênalti de Dudu. Após troca de passes, Arias cruzou e Keno chutou em cima do lateral. A bola até tocou nos braços do jogador, mas estavam cruzados no peito do atleta. A arbitragem marcou apenas escanteio.(leia mais abaixo)
Ao fim da etapa inicial, o tricolor perdeu uma peça importante. Ganso levou uma trombada numa dividida de bola e deixou o campo com dores na região lombar. Renato Augusto entrou no lugar do meio-campo.(leia mais abaixo)
O enredo não mudou no segundo tempo. Já de cara, Kauã Elias finalizou bem, mas Gustavo defendeu. Com Keno livre pelas pontas, o Criciúma dobrou a marcação sobre o jogador e dificultou as jogadas. Os catarinenses continuavam de olho num contra-ataque certeiro. E o gol só não saiu graças ao goleiro Fábio e à trave. Numa mesma jogada dentro da pequena área, Barreto finalizou duas vezes. A primeira ficou na trave; no rebote, ele chutou e Fábio salvou o Fluminense. Na sequência, Felipe Vizeu colocou a bola novamente na trave.(leia mais abaixo)
O técnico Mano Menezes decidiu mexer no time. Tirou Martinelli, que saiu vaiado, e Kauã Elias para as entradas de Lima e Cano, respectivamente. Entre outras mudanças, teve a entrada de Serna no lugar de Bernal. Foi dele a roubada de bola e o toque para Renato Augusto, que teve a melhor chance do Fluminense no segundo tempo, com um chute colocado que passou muito perto do ângulo do gol de Gustavo.(leia mais abaixo)
Nos minutos finais, com os dois times cansados e um tricolor extremamente nervoso, o jogo caiu ainda mais de qualidade. O Fluminense praticamente se limitou a uma jogada: chuveirinho na área. Numa delas, Marquinhos colocou a bola no travessão, nos acréscimos, para desespero da torcida, que cantou, ao fim, “Time sem vergonha”.