A Secretaria Municipal de Desenvolvimento Humano e Social realizou, nesta terça-feira (12), o Seminário Setembro Verde, idealizado com o objetivo de conscientização da população sobre a importância da inclusão, além de promover a interação entre Pessoas com Deficiência, seus familiares, profissionais da área, servidores e estudantes. O evento, que aconteceu no Teatro Municipal Trianon, reuniu cerca de 550 pessoas. O Seminário “Conectados por uma sociedade inclusiva” aconteceu neste mês porque setembro é o Mês Nacional da Luta da Pessoa com Deficiência. (leia mais abaixo)
O seminário contou com a participação do secretário Rodrigo Carvalho, que presidiu o evento, e da coordenadora da rede socioassistencial privada, Priscilla Paes. Participaram ainda o presidente da Fundação Municipal da Infância e Juventude (FMIJ), Leon Gomes, a coordenadora da Educação Especial Inclusiva da Secretaria Municipal de Educação, Ciência e Tecnologia (Seduct), Raquel Henrique Pires Linhares, além do vereador Bruno Vianna.(leia mais abaixo)
As diretoras das organizações sociais cofinanciadas, através de parceria com o município, participaram do Seminário, apresentando e discutindo ações em prol dos portadores de necessidades especiais. São elas: a Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (APAE), Educandário São José Operário, Associação de Proteção e Orientação aos Excepcionais (APOE), Associação de Pais de Pessoas Especiais (APAPE). Juntas, elas atendem 848 usuários.(leia mais abaixo)
“Vendo o Trianon lotado, com os assistidos, seus familiares e todo mundo que trabalha em prol da igualdade, é um marco em nosso trabalho de inclusão na nossa cidade. Nós estamos aqui para exaltar a importância do trabalho que as instituições realizam em parceria com o poder público. É um tema que tem muita relevância, porque a gente precisa que a sociedade, através de vários setores, esteja atenta à diversidade e inclusão”, disse o secretário Rodrigo Carvalho.(leia mais abaixo)
Mãe atípica, Joceli Ribeiro levou a filha Greiciele Oliveira, de 18 anos, que tem autismo e deficiência intelectual e é usuária da APAPE. Para a mãe, a participação delas no evento permite a interação entre pessoas atendidas por outras instituições.