07/10/2016 14h42 | Foto: Divulgação
Mais um ano frustrante para o Goytacaz. Assim foi 2016, onde o Alvianil flertou com o rebaixamento na Série B Estadual e acabou eliminado da Copa Rio com duas rodadas de antecedência para o fim da etapa classificatória. O que fazer para almejar voos mais altos na próxima temporada? A manutenção do trabalho feito no segundo semestre. Pelo menos é no que acredita o treinador Mauro Rodrigues, que assumiu o cargo após o fracasso na Segundona.
– Acho que o caminho é esse. Por já ter uma equipe competitiva, fazendo bons jogos, acho que a diretoria tem que manter esse trabalho que vem sendo feito para iniciar ano que vem já com um grupo trabalhador, muito forte, que tem condições de brigar o ano que vem para subir – disse Rodrigues.
Na Copa Rio o desempenho passou longe de ser empolgante. Oito jogos, com duas vitórias, dois empates e quatro derrotas. No fim das contas, apenas a vice-lanterna do Grupo B. Apesar dos números muito abaixo do que se espera de um clube como o Goytacaz, Mauro Rodrigues acredita que dá para fazer um balanço positivo da empreitada.
– Dá sim. Pelo time que foi montado com pouco tempo de trabalho, com alguns jogadores que vieram de uma segunda divisão… conseguimos fazer bons jogos até com equipes de primeira divisão, mas sabemos que é preciso de algo mais, de outras coisas, pra chegar numa semifinal – analisou o técnico, que lamenta erros cruciais que ocasionaram a eliminação precoce.
– Infelizmente o futebol é feito de detalhes e tivemos um jogo em casa para ganhar (contra o Angra dos Reis), tivemos chances de gol, mas levamos um gol aos 46 do segundo tempo que complicou toda nossa situação de classificação. Ficamos sem chances já contra o São Gonçalo. Infelizmente dois jogos nos complicaram. Contra o Madureira cedemos o empate e contra o Angra jogamos os 90 minutos dentro deles e fomos castigados perdendo em casa – encerrou.
Sem mais compromissos em 2016,o Goytacaz aponta suas atenções para a Série B do próximo ano, quando mais uma vez tentará vaga na elite estadual, competição que não disputa desde 1992.