As polícias Civil e Militar, o Grupo de Atuação Especial no Combate ao Crime Organizado (Gaeco) do Ministério Público e a Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro (Ferj) se reuniram, nesta terça-feira (17/09), para tratar de assuntos relacionados à segurança nos estádios em dias de jogos de futebol, especialmente, durante as partidas com grande público. No encontro também foram abordadas as investigações referentes às brigas de torcedores rivais e formas para fortalecer a integração entre as instituições e órgãos a fim de coibir que episódios de violência se repitam.(Leia mais abaixo)
A reunião aconteceu na sede da Secretaria de Estado de Polícia Civil (Sepol), no Centro do Rio, e contou com a participação da Subsecretaria de Planejamento e Integração Operacional (SSPIO), da Subsecretaria de Inteligência (Ssinte), do Departamento-Geral de Polícia da Capital (DGPC) e do Departamento-Geral de Polícia Especializada (DGPE). Na ocasião, a Sepol reforçou que tem realizado diversas ações, como a criação de uma central de inteligência para apurar especificamente crimes cometidos por torcedores – principalmente os praticados na capital do Rio de Janeiro – e procedimentos adotados como forma de garantir a segurança do público nos estádios e proximidades. (Leia mais abaixo)
No encontro, a Delegacia de Repressão a Crimes de Informática (DRCI) destacou as ações voltadas para combater crimes virtuais cometidos pelas torcidas organizadas cariocas. O DGPC reforçou que as delegacias distritais da capital possuem inquéritos que apuram a conduta de torcedores, principalmente quanto aos últimos casos registrados no Tanque, na Zona Oeste da capital, e em Irajá, na Zona Norte, cujas investigações estão a cargo da 32ª DP (Taquara) e 27ª DP (Vicente de Carvalho).