Os alvos dos mandados de prisão são os inspetores Tadeu Themistocles Buzato Pinto e Edvando Barros Leal. Eles foram encontrados em Saquarema, e São Pedro da Aldeia, respectivamente. (Leia mais abaixo)
A força-tarefa da Corregedoria e do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco-MPRJ) também cumpriu 5 mandados de busca e apreensão nos municípios de São Pedro da Aldeia, Armação de Búzios e Saquarema, na Região dos Lagos, além da capital. A sede da delegacia foi um dos endereços visados.(Leia mais abaixo)
Denúncia no TikTok
A investigação começou há 3 meses, quando a vítima relatou o caso no TikTok. Na denúncia, a pessoa conta que teve a moto roubada em Cabo Frio e comunicou o fato à polícia, mas conseguiu recuperá-la por meios próprios.(Leia mais abaixo)
Ao procurar a 125ª DP para regularizar a moto — ou dar a “baixa de gravame” —, porém, ouviu dos 2 agentes que deveria pagar R$ 1 mil, do contrário a recuperação não seria registrada. Acabou entregando R$ 500.(Leia mais abaixo)
A Corregedoria e o Gaeco não só confirmaram a cobrança dentro da 125ª DP como também descobriram que a vítima foi coagida depois.(Leia mais abaixo)
Os investigadores primeiro apuraram que um dos policiais ordenou que a vítima colocasse os R$ 500 na gaveta de uma mesa no setor de “Evidência de Armas”.(Leia mais abaixo)
Ainda segundo o órgão, depois da postagem no TikTok os inspetores intimaram a vítima a voltar à distrital sob o pretexto de assinar documentos. No entanto, quando a pessoa chegou, foi coagida dentro da delegacia a prestar um depoimento negando ter havido qualquer cobrança.(Leia mais abaixo)
A coação serviu como confirmação para os crimes praticados pelos policiais, tendo em vista que eles não haviam sido citados no vídeo no TikTok.(Leia mais abaixo)
Os policiais civis foram denunciados pelo Gaeco pela prática dos crimes de falsidade ideológica e corrupção passiva.
Os agentes serão levados para a sede da Corregedoria da Polícia Civil, no Centro do Rio.
*Fonte: G1 Lagos