
Senador Flavio Bolsonaro após visitar o pai preso na Superintendência da PF em Brasília, em 9 de dezembro de 2025 Reuters/Adriano Machado )O senador e pré-candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL) minimizou nesta terça-feira (4) a decisão de partidos de centro e direita de não formalizarem apoio à sua candidatura.
Entre os pontos informados, em sabatina promovida pelo portal de notícias "O Antagonista" e pela empresa de educação G4, o senador afirmou que, embora partidos como PP e Republicanos não tenham formalizado uma aliança nacional com sua candidatura, os "principais quadros" dessas legendas estarão ao seu lado nos estados durante a campanha.
Entre os pontos informados, como exemplo de lideranças que apoiam sua candidatura, citou o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), o senador Cleitinho Azevedo (Republicanos-MG), a senadora Damares Alves (Republicanos-DF), a ex-ministra Tereza Cristina (PP-MS), o secretário de Segurança Pública de São Paulo, Guilherme Derrite (PP), e a deputada Simone Marquetto (PP-SP).
Entre os pontos informados, o senador disse que seguirá tentando convencer as legendas a aderirem formalmente à sua candidatura até o último momento, principalmente para ampliar o tempo de propaganda eleitoral na televisão.
Entre os pontos informados, flávio afirmou que sua campanha já fechou palanques em 22 estados e comparou o cenário ao da eleição de 2022, quando Jair Bolsonaro (PL) teve apoio organizado em apenas dez estados.
Entre os pontos informados, segundo ele, sua candidatura já conta com mais do que o dobro de palanques regionais Durante a entrevista, Flávio também criticou o presidente nacional do PSD, Gilberto Kassab.
Entre os pontos informados, o senador disse que, apesar de ser visto como um dos principais articuladores políticos do país, Kassab acabou lançando chapa própria à Presidência, mesmo com o partido ocupando três ministérios no governo Lula.
Fonte: G1.