Obras do Porto do Farol/Barra do Furado entrarão na segunda fase

02/03/2016     21h33   |   Foto: Supcom
obras Farol BarraA segunda fase das obras hidráulicas para construção do Porto e Complexo Logístico e Industrial Farol/Barra do Furado esteve na agenda de trabalho do secretário de Infraestrutura e Mobilidade Urbana de Campos, Edilson Peixoto, em Brasília nesta terça (1) e quarta-feira (2). Edilson levou na bagagem as alterações no projeto, de forma redimensionar e a adequar o empreendimento às atividades do setor offshore, conforme as alterações da legislação do setor naval.
Edilson Peixoto participou de reuniões técnicas em diferentes setores da Secretaria de Portos da Presidência da República. Ele destaca que os procedimentos em Brasília visam atender todas as exigências técnicas e ao mesmo tempo, mobilizar os órgãos do governo federal com vistas à liberação dos recursos da ordem de R$ 344 milhões, que são a contrapartida da União para contribuir com as Prefeituras de Campos e Quissamã nas obras hidráulicas.
Edilson informa que paralelamente aos procedimentos técnicos, a prefeita Rosinha Garotinho e o secretário de governo, Anthony Garotinho, com apoio da deputada federal Clarissa Garotinho, cuidam da gestão política para liberação dos recursos, que foram alocados pelo então deputado federal Garotinho.
– As obras, agora na segunda fase, compreendem a remoção do molhe de pedras (espigão) do lado Norte, a conclusão do molhe sul, a escavação da foz do Canal das Flechas, para adequar o calado do canal, e assim permitir a navegação dos navios e rebocadores até os estaleiros que vão surgir ao longo de 2 mil metros do canal, que contará ainda, com logística para cargas, hotel, posto de abastecimento e outros serviços para os setores naval e offshore – detalhou o secretário Edilson Peixoto.
Edilson destacou ainda, a importância da conclusão das obras para a logística portuária no Estado do Rio de Janeiro e para o Brasil, mediante a localização estratégica junto da região do pré-sal, Heliporto da Petrobras, Aeroporto Internacional de Campos, que terá porto seco, e junto das ferrovias EF-118 e EF 354, ambas integrantes do Plano Integrado de Logística Nacional, que ligará os Estados do Rio, Espírito Santo, Minas Gerais, Goiás, Brasília e o Acre ao Oceano Pacífico.