Núcleo de Cultura da FCJOL apresenta projetos às secretarias

O Núcleo de Cultura da Fundação Cultural Jornalista Oswaldo Lima (FCJOL), junto à subsecretaria de Governo, se reuniu em dois momentos nesta quinta-feira (24), para apresentar diversos projetos de cultura popular de Campos. A atividade foi realizada no auditório da sede da Secretaria Municipal de Governo, nos altos da Rodoviária Roberto Silveira. O primeiro encontro aconteceu pela manhã e, no final da tarde, foi a vez do Capuccino & Cultura, em uma roda de conversa que inaugurou o “Cappuccino Mambembe”, que acontecerá uma vez por mês pelas secretarias do município.

— O objetivo do Núcleo é trazer a cultura para a realidade do cidadão campista, para que não perca a sua própria identidade. É fazer com que todo cidadão conheça a sua própria história seja ela contada por esquete teatral, pela poesia contada, entre outras vertentes que fazem parte dos projetos elaborados — disse o coordenador do Núcleo de Cultura de Campos, Sérgio Provisano.

Segundo o subsecretário de Governo, Fernando Leite, são diversos projetos de teatro, escola livre de teatro, música e resgate histórico e cultural do município voltado para crianças, para adoção na grade curricular sobre a as lendas no município.

— É uma iniciativa de divulgar para o governo, o que o próprio governo está fazendo nas mais diversas áreas. A ideia é mostrar o que Campos tem mais de valioso, que é a nossa cultura popular, através do projeto Capuccino Cultural. Mostraremos em uma roda de conversa, sem formalidade os projetos do Núcleo e, mensalmente estaremos levando para outras secretarias. O mais importante que não devemos deixar de falar é que essa atividade elaborada é sem ônus, sendo apenas símbolo da voluntariedade — disse Fernando Leite.

A presidente da FCJOL, Cristina Lima, ressaltou o valor do trabalho realizado pelo Núcleo de Cultura, mesmo em momento de crise financeira. “Muita gente pensa a cultura de forma romântica, como se fosse um trabalho que não necessite de investimento. Mas, para fazer um trabalho de impacto, de fomento cultural, é necessário este investimento. O Núcleo de Cultura rompeu a barreira da crise financeira e vêm produzindo bastante, o que é um orgulho para nós”, disse Cristina.