Resumo: Em vídeo publicado após a vitória do Santos por 2 a 0, Neymar afirma que rivalidade e brincadeiras fazem parte do futebol, mas rejeita violência.
Neymar defendeu as provocações entre torcedores e jogadores como parte da cultura do futebol, desde que a rivalidade não ultrapasse o limite da brincadeira nem se transforme em violência. A declaração aparece em um vídeo reproduzido pela página Jovem Pan Esportes após a vitória do Santos por 2 a 0 sobre o Atlético-MG, em 9 de setembro, na Vila Belmiro.
O confronto foi válido pela partida de ida das quartas de final da Copa Sul-Americana. Fora do jogo por uma lesão muscular na coxa direita, Neymar acompanhou a partida de um camarote e trocou provocações com torcedores atleticanos.

No vídeo, gravado dentro de um carro, o camisa 10 recorda jogadores como Viola, Paulo Nunes e Edílson para sustentar que a rivalidade bem-humorada sempre esteve presente no futebol. “O que não pode, obviamente, é a violência”, ressalva.
Neymar também afirma que mantém amizades com torcedores de diversos clubes e que as brincadeiras não alteram o afeto entre eles. Ao comentar diretamente o episódio com a torcida do Atlético-MG, diz que respondeu porque o Santos estava vencendo, que houve risadas e que não ficou nenhuma mágoa.

“Respeito muito o torcedor atleticano, o clube do Atlético Mineiro”, afirma. Na conclusão, acrescenta: “Pode me xingar à vontade, porque no fundo eu sei que vocês me amam.”
Nota editorial: na edição em vídeo do Campos 24 Horas, as perguntas são formulações editoriais narradas com voz sintética autorizada de Fabiano; as respostas são trechos da fala original de Neymar, preservadas sem mudança de sentido.
Crédito do vídeo: Reprodução/Facebook/Jovem Pan Esportes. Fontes de contexto: ge, O Dia e CNN Brasil.