Está chegando ao fim o mutirão para coleta de DNA de familiares de pessoas desaparecidas realizado pela Secretaria de Estado de Polícia Civil (Sepol), por meio do Instituto de Pesquisa e Perícias em Genética Forense (IPPGF). Os interessados devem ir, até esta sexta-feira (18/06), a um dos 13 postos de coleta espalhados por todas as regiões do estado (veja a lista abaixo). O trabalho faz parte de uma campanha nacional do Ministério da Justiça e Segurança Pública com o objetivo de incrementar os Bancos de DNA de todo o Brasil com amostras de familiares de pessoas desaparecidas.(leia mais abaixo)
A coleta é bem simples e indolor, feita passando na parte de dentro das bochechas do familiar, uma espécie de suporte contendo uma pequena esponja na extremidade (semelhante a um “cotonete”). Todo o trabalho vai seguir os protocolos de segurança e distanciamento adotados por conta da pandemia de Covid-19.(leia mais abaixo)
Toda vez que há um corpo não identificado em um exame genético realizado pelo IPPGF, o seu DNA é comparado semanalmente aos perfis genéticos de familiares que já estão no banco. Isso aumenta a chance de chegar à identidade da pessoa falecida e ajudar a família a entender o que aconteceu com ela. A busca de pessoas desaparecidas não fica restrita somente às amostras coletadas no Rio de Janeiro, pois há uma Rede Nacional Integrada de Bancos de Perfis Genéticos (RIBPG/MJSP) que permite a comparação com amostras e familiares de outros Estados do Brasil. Com a campanha, mais famílias poderão ser beneficiadas pelo trabalho do IPPGF e de seus parceiros em outros estados.(leia mais abaixo)
Postos de coleta:
Campos dos Goytacazes – PRPTC Campos dos Goytacazes
Avenida XV de Novembro, 799 – Caju
Araruama- PRPTC Araruama
Rua Bernardo Vasconcelos, 755 – Centro
Itaperuna – PRPTC Itaperuna
Rodovia BR 356, s/n – Cidade Nova
Macaé – PRPTC Macaé
Avenida Aluísio da Silva Gomes, 100 – Novo Cavaleiros