O músico e cantor carioca Johnny Alves da Silva Dias, de 29 anos, que estava desaparecido havia 11 dias, foi encontrado vivo na noite desta segunda-feira (27), no Rio de Janeiro. A informação foi confirmada pela família, que fazia campanha para tentar localizá-lo há mais de uma semana. Johnny tinha sido visto pela última vez no dia 17, após um show com o seu grupo musical QA+, no Takada Carioca Sport Bar, no Jardim Botânico, zona sul da cidade. (leia mais abaixo)
Um comunicado nas redes sociais do músico, assinado pela mãe dele, Marilene Alves de Oliveira, afirma que o jovem já está em segurança e esclarece que ele estava em uma área frequentada por usuários de crack na região da Gamboa, no centro do Rio de Janeiro. Segundo ela, o jovem foi encontrado “totalmente desnorteado” e “perdido de si mesmo”.(leia mais abaixo)
A família chegou a fazer um Registro de Ocorrência na 58ª Delegacia de Polícia, em Posse, sobre o desaparecimento. As últimas pessoas que tiveram contato com o cantor chegaram a prestar depoimento à polícia para que investigadores descobrissem o que aconteceu. Integrantes da banda de pagode em que ele canta informaram que ele foi deixado, com R$ 40, em um ponto de ônibus para ir para casa, em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense.(leia mais abaixo)
Desde então, familiares não conseguiam contato com o rapaz e chegaram a peregrinar por hospitais, Instituto Médico Legal Central e favelas para tentar localizá-lo.(leia mais abaixo)
Johnny Dias trabalha como barbeiro durante a semana, mas havia três meses que começou a trabalhar aos fins de semana como vocalista do grupo QA+. Sem respostas, familiares vinham realizando campanha com divulgação de fotos e a roupa que ele estava usando no dia do desaparecimento para ajudar a localizá-lo.(leia mais abaixo)
Agradeço aos familiares, amigos e colegas e todos que foram empáticos para que essa mãe conseguisse encontrá-lo com vida. Devo ressaltar, como principal, o grupo QA+, destacando o percussionista Binho, que não mediu esforços para que o Johnny fosse encontrado em segurança e pudesse receber ajuda de seus familiares
*Fonte: UOL