A alemã Julia Faustyna, que afirmava ser Madeleine McCann, "não existiu" nos primeiros cinco anos de vida, segundo a investigadora particular Fia Johansson, que ajuda a jovem no caso.
Julia provocou uma tempestade na internet ao compartilhar supostas evidências que sugerem que ela poderia ser Madeleine, a garota de Leicestershire que desapareceu, aos 3 anos de idade, durante as férias da família em Portugal, em 2007.
A informação, no entanto, agora é deixada em aberto pela própria Julia, o que não significa que os mistérios que envolvem a infância da alemã estejam solucionados.
Fia, que anteriormente ajudou a polícia em casos de pessoas desaparecidas nos Estados Unidos, é parte essencial na investigação e viajou para a Polônia, onde Julia mora, para visitá-la e averiguar as reivindicações feitas por ela.
Em entrevista ao portal RadarOnline, a investigadora disse que sua equipe não encontrou registros hospitalares de Julia em Breslávia — a cidade onde ela supostamente cresceu — relacionados aos seus primeiros cinco anos de vida.
"Foi tão estranho, porque tudo no livro de saúde de Julia, tudo, começou aos 5 anos de idade. Então, tudo entre as idades de zero meses a 5 anos, tudo, está faltando!", afirmou a investigadora.
ue qualquer um dos registros do arquivo foi removido. "Ela simplesmente não existe durante esse período de tempo."
Julia afirmou anteriormente que não se lembrava de grande parte da infância e que nunca foi tratada como parte da família pelos pais ou pelos irmãos.
Ela também alegou ter sido abusada por um pedófilo alemão que se parecia com um ex-suspeito do desaparecimento de Madeleine, o que aumentou as suspeitas de que ela poderia ser a menina desaparecida.
A polícia da Polônia já informou ter provas suficientes de que Madeleine e Julia não são a mesma pessoa, mas as lacunas que envolvem o passado da polonesa continam sem ser preenchidas.