Ministério da Saúde amplia cobertura de vacina contra dengue no Noroeste Fluminense

O Ministério da Saúde anunciou nesta quinta-feira (25) o envio de doses adicionais da vacina contra a dengue para 13 municípios da região Noroeste Fluminense. A medida vem em resposta à necessidade de combate contínuo contra a doença transmitida pelo mosquito Aedes aegypti.(Leia mais abaixo)

Com base nos dados divulgados pelo órgão, as 13 cidades contempladas receberão um total de 19.656 doses da vacina. Essa distribuição visa a fortalecer a proteção das populações locais, em um momento em que a prevenção se torna ainda mais crucial para garantir a saúde pública.(Leia mais abaixo)

A distribuição das doses nos municípios foi determinada com base em três critérios principais: (Leia mais abaixo)

  • Ranqueamento das regiões de saúde e municípios;
  • Quantitativo necessário de doses conforme a disponibilidade (prevista pelo fabricante);
  • Cálculo do total de doses a serem entregues em uma única remessa ao município.

As doses destinadas para aplicação da segunda dose (D2) serão enviadas posteriormente considerando o intervalo recomendado de 3 meses para completar o esquema da vacinação. O Ministério da Saúde reforça que é fundamental que estados e municípios acompanhem as notas técnicas que serão elaboradas a cada envio.(Leia mais abaixo)

Confira abaixo a quantidade de doses cada município vai receber

  • Itaperuna – 5788
  • Natividade – 872
  • Italva – 767
  • Bom Jesus do Itabapoana – 2054
  • Santo Antônio de Pádua – 2337
  • Porciúncula – 1124
  • Miracema – 1747
  • São José de Ubá – 403
  • Itaocara – 1162
  • Cardoso Moreira – 865
  • Cambuci – 801
  • Laje do Muriaé – 415
  • Varre-Sai – 723
  • Aperibé – 599

Combate ao mosquito – Até o momento, o Brasil registra 3,8 milhões de casos prováveis de dengue, sendo 40,4 mil graves e de sinal de alarme. Os óbitos totalizam 1,7 mil.(Leia mais abaixo)

Para evitar a dengue, a eliminação dos focos do mosquito segue como medida mais eficaz. As larvas do transmissor se desenvolvem em água parada. Dessa forma, é preciso empenho da sociedade para eliminar os criadouros com medidas simples e que podem ser implementadas na rotina, como tampar caixas d’água e outros reservatórios, higienizar potes de água de animais de estimação, tampar ralos e pias, entre outras.