Lula vence na Austrália, Coreia e Nova Zelândia; Bolsonaro vence no Japão

Longas filas voltaram a se formar nesta manhã em diversos consulados do Brasil no mundo, diante de uma participação recorde de brasileiros que vivem no exterior votando para o segundo turno das eleições presidenciais. (leia mais abaixo)

Na Ásia e Oceania, os primeiros resultados confirmaram as tendências no primeiro turno. Na Coreia do Sul, Luiz Inácio Lula da Silva (PT) venceu com 126 votos, contra 70 para o presidente Jair Bolsonaro (PL). Na Austrália, os dados apontam 2970 votos para Lula, contra 1688 para Bolsonaro. No consulado brasileiro em Sidney, por exemplo, Lula ficou com 61% dos votos.(leia mais abaixo)

Na Nova Zelândia, Lula também venceu, com 353 votos. Bolsonaro ficou com 132. O petista também saiu vitorioso em Cingapura, com 231 votos. Bolsonaro ficou com 131. Na China, a vitória também foi para Lula.(leia mais abaixo)

Bolsonaro venceu no Japão. Em Nagoya, o presidente ficou com 84% dos votos, cerca de 3,4 mil. Já na Indonésia, o presidente venceu com 32 votos, contra 15 para o candidato do PT.(leia mais abaixo)

Esses ainda não são os resultados oficiais, que só serão divulgados pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral) a partir das 17h, junto ao restante da apuração nacional. No entanto, é praxe que os boletins sejam impressos e anexados do lado de fora das seções após o encerramento da votação.(leia mais abaixo)

No primeiro turno, Lula somou 138 mil votos no exterior, o que representava 47% de apoio. Bolsonaro ficou com 41%, com 122 mil votos.(leia mais abaixo)

A eleição no exterior, em 2022, entra para a história como o processo com a maior participação de brasileiros desde que o pleito passou a ser organizado para os nacionais pelo mundo. Estão inscritos quase 700 mil brasileiros para votar, o dobro do volume registrado em 2014.(leia mais abaixo)

Em locais como Lisboa, eleitores chegaram ainda no final da madrugada para fazer filas. Em Paris, ainda estava escuro quando os primeiros brasileiros começaram a formar filas para votar.(leia mais abaixo)

Neste ano, conforme o UOL revelou com exclusividade antes do primeiro turno, o Itamaraty reduziu o número de locais de votação, alegando que o sistema usado em 2018 de ampliar cidades com sessões eleitorais não teve uma avaliação positiva por todos os consulados do Brasil no exterior. O UOL pediu para saber quais foram os consulados que não aprovaram a iniciativa. Mas o Itamaraty jamais respondeu.(leia mais abaixo)

No primeiro turno, cidades como Paris, Zurique e várias outras registraram filas de até três horas, enquanto em locais como Lisboa ou Genebra, a tensão entre diferentes grupos políticos levou a troca de ofensas entre apoiadores e até mesmo a convocação da polícia.(leia mais abaixo)

No final da manhã, em Genebra, grupos bolsonaristas obrigaram a polícia de Genebra a intervir e desfazer o que estava sendo considerado como um potencial início de confusão.