Grandes locomotivas da geração de empregos, a construção civil e o ramo imobiliário estão prontos para deslanchar e fazer a roda da economia girar a partir de 2023. De acordo com levantamento do Campos 24 Horas, em Campos o que não falta são projetos em fase de implantação e outros já lançados. Em cada parte da cidade são múltiplas as opções de empreendimentos que se espalham por diferentes bairros, com condomínios fechados e loteamentos abertos com valor agregado por espaços verdes, com piscinas, salão de festas, churrasqueiras, áreas de lazer, acesso com pistas duplas, acostamento e ciclovia. As ofertas de imóveis contemplam desde quem deseja realizar o sonho da casa própria com juros acessíveis e subsídios pela Caixa Econômica Federal, através do FGTS, até os que desejam comprar como investidor. (leia mais abaixo)
As ofertas de lançamentos recentemente inaugurados estão nos bairros do Jockey Clube, Parque Califórnia, Horto, Vila da Rainha, Parque Novo Jockey, Jardim das Acácias, Flamboyant, Alphaville II e outros empreendimentos no final da Avenida 28 de Março, nas imediações do Parque Tarcísio Miranda. (leia mais abaixo)
Na área central de Campos, outros prédios residenciais mais recentes foram erguidos em bairros como a Pelinca e Parque Tamandaré. (leia mais abaixo)
Fora da área central, a região do Jockey é uma das que tem mais despertado maior interesse do mercado imobiliário. Próximo ao Cepop, de um lado a outro da Avenida Presidente Kennedy, homens, máquinas e caminhões já apararam o terreno, assim como fizeram o arruamento para dois grandes empreendimentos, que já contam com corretores no local. (leia mais abaixo)
“O interesse das imobiliárias talvez seja pela ótima localização, mais perto do Porto do Açu e das praias de Atafona, Grussaí ou Farol, frequentadas pelo campista, além de outros clientes novos que estão vindo de fora para morar em Campos”, disse Fátima Santos, corretora de imóveis. (leia mais abaixo)
GUARUS – Com bairros dotados de comércio diversificado, incluindo supermercados e agora com destaque agora para um shopping center, o subdistrito de Guarus também tem sido uma região para onde ultimamente o mercado imobiliário tem migrado. (leia mais abaixo)
O movimento é direcionado, sobretudo, para a oferta de imóveis com foco na classe média baixa com vários condomínios residenciais já concluídos pela construtora mineira MRV, que atende famílias com renda bruta entre R$ 1,6 mil e R$ 2,6 mil, com subsídios de até R$ 42 mil, além de juros reduzidos de 5% ao ano, com recursos do FGTS. Os mesmos produtos podem ser encontrados na Pecuária, Donana e Goytacazes. (leia mais abaixo)
ALUGUEL EM ALTA – O mercado de aluguel de imóveis também se encontra aquecido e depende da localização do imóvel. “O interesse é maior para imóveis próximos de universidades como a Uenf, UFF e IFF ou em bairros localizados em bairros no caminho do Porto do Açu”, disse ainda Fátima. (leia mais abaixo)
O presidente da Rede Uno Imobiliárias, Mário Otávio de Souza, admite que, após uma fase de recuperação após pandemia, o setor já entra no período de aquecimento. “Na Pelinca já não há mais imóveis de médio e alto padrão. Perto da Uenf, na Avenida Arthur Bernardes, o Residencial Mais Parque Ipê já está com suas unidades zeradas”, informou Mário. (leia mais abaixo)
PERTO DA UENF – A alguns metros do mesmo local, lembra Fátima Santos, um novo empreendimento residencial de condomínio fechado está sendo construído também perto de um hospital particular quatro andares que está sendo erguido no local, gerando também dezenas de empregos na construção civil. (leia mais abaixo)
Mário Otávio também destacou os investimentos do programa Casa Verde Amarela, do governo federal e lembrou que deverá haver ainda mais aporte de recursos já anunciados pelo presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva para a habitação com a volta do programa Minha Casa Minha Vida
EMPREGOS – A construção civil vai de vento em popa na região quando se trata de geração de empregos. Segundo a plataforma Retratos Regionais da Firjan, que reúne dados de empregos registrados no Caged, Campos e Macaé estão entre as cinco cidades que mais abriram postos de trabalho em todo o Estado, no período de janeiro a setembro deste ano. (leia mais abaixo)
Macaé, terceira cidade que mais abriu vagas, foram 6.801 no período. A indústria da construção civil foi o grande setor que mais gerou empregos (+ 4.354). Só em construção, o saldo positivo é de mais de 2.005 vagas. (leia mais abaixo)
Já em Campos, quinta cidade do estado com melhor índice de criação de empregos, foram abertas com mais 4.101 novas oportunidades. (leia mais abaixo)
Entre todos os segmentos, a construção foi o que mais abriu vagas (+ 775). Já entre os grandes setores, destacam-se serviços (+2.306), seguido de indústria e construção civil (+1.583). (leia mais abaixo)
PREVISÕES – Também representante do setor da construção civil, além de presidente da Firjan Norte Fluminense, Francisco Roberto de Siqueira vislumbra projeções otimistas para o próximo ano e destaca o bom andamento da economia regional, apesar das adversidades. (leia mais abaixo)
“Apesar de um ano turbulento devido ao processo eleitoral, à guerra na Ucrânia e aos efeitos na cadeia de insumos ainda por conta da pandemia, a região demonstrou mais uma vez uma grande resiliência. Vale destacar que Macaé está com saldos positivos de empregos consecutivos desde setembro de 2020, no auge da pandemia, o que é uma prova irrefutável da força da Bacia de Campos após mais de 40 anos de exploração”, finalizou o empresário.