Guarus experimenta um acelerado processo de expansão habitacional com a construção de casas e condomínios residenciais em áreas que tem atraído o mercado imobiliário. No entanto, carece ainda de áreas de lazer. Além dos inúmeros campos de futebol que reúne os apaixonados pelo esporte nos fins de semana, um destes espaços é o Parque Municipal Lagoa do Vigário, no Jardim Carioca, opção para a prática de esportes, recreação, lazer e contemplação da natureza. (leia mais abaixo)
— Isso aqui é muito bom, tem uma vista muito boa. Além de ser uma boa opção para a diversão como a pesca. Aqui tem tilápia, traíra e o cascudo, entre outras espécies de peixe— disse o aposentado José Dinarte, que mora no local há cerca de 50 anos. (leia mais abaixo)
“De vez em quando vem um aqui e traz um pedalinho para as crianças brincarem — conta. Mas Dinarte reclama da falta de zelo. “É preciso mais limpeza. As pessoas precisam parar de jogar lixo aqui. Atiram garrafas, roupas, jogam de tudo”, queixa-se. (leia mais abaixo)
Inaugurado em 2016 pela ex-prefeita Rosinha Garotinho, o local conta com pista para caminhada, academia ao ar livre, parque infantil, banheiros e espaços para pescaria. Mas o lixo e os banheiros sujos trazem um aspecto de abandono ao local. “A população precisa entender que esse é um espaço dela, não deve descartar lixo aqui”, completou o aposentado. (leia mais abaixo)
Em 2016, quando foi inaugurado, a então prefeita saudou o local como novo cartão de visitas de Guarus. “Este parque municipal será um novo cartão postal de Guarus. É uma área muito agradável e, antes mesmo de ser inaugurado, já é um sucesso”, comemorava a ex-prefeita. (leia mais abaixo)
A dona de casa Valéria Gomes, de 50 anos, reclama do abandono de quatro anos da antiga administração municipal. “Ficou durante esse tempo todo abandonado, ninguém cuidou da manutenção, da fiscalização e da limpeza”, afirmou. (leia mais abaixo)
As obras foram realizadas pela concessionária Águas do Paraíba, em parceria com a Prefeitura de Campos, devolvendo à cidade, uma área redescoberta pela população de ambas as margens do Rio Paraíba do Sul, uma vez que seu entorno estava cercado por construções irregulares. A maioria das famílias que morava na área foi contemplada com casas do Programa Morar Feliz, no Parque Santa Clara.