A safra do setor sucroenergético chega ao seu final este ano em Campos com uma produção estimada de mais de 100 milhões de litros de etanol e o processamento de cerca de 1,7 milhão de toneladas de cana nas duas unidades industriais, a Cooperativa Agroindustrial do Estado do Rio de Janeiro (Coagro) e a Destilaria Canabrava. Além de avaliar a safra deste ano, o presidente da Coagro, Frederico Paes, também vice-prefeito, também revela ao Campos 24 Horas que a Usina Paraíba vai retomar as atividades 2023 na Baixada Campista. (leia mais abaixo)
A previsão de esmagamento de 2 milhões de toneladas de cana não se confirmou este ano, em razão da escassez de chuvas no mês de janeiro. “Dezembro, janeiro, fevereiro e março são quatro meses cruciais para o andamento da safra. Uma seca como a que aconteceu em janeiro é determinante para uma quebra de safra como veio se confirmar”, explicou o presidente da Coagro, Frederico Paes, também vice-prefeito de Campos. (leia mais abaixo)
A safra proporcionou a geração de 5 mil empregos na região, entre os meses de abril e novembro. A Coagro anunciou a conclusão da safra, mas a Canabrava ainda continua a moer cana para produção de etanol. A estimativa é de uma movimentação de R$ 600 milhões na economia local. (leia mais abaixo)
A Coagro registrou uma safra mais alcooleira, com prioridade também para a produção de etanol, em face da melhor remuneração do produto. A produção do combustível este ano da cooperativa foi estimada em 65 milhões de litros. A produção de açúcar ficou em 220 mil sacas. (leia mais abaixo)
Frederico Paes informou ainda que a reforma do parque industrial da Usina Paraíso já está em curso. A previsão de moagem ficará para a safra de 2023, mas há possibilidade de uma moagem-teste no próximo ano. (leia mais abaixo)
A estimativa dos investimentos para a reativação da indústria localizada em Tocos, na Baixada Campista, está entre 40 e 50 milhões de reais.