Filme sobre Alzheimer, gravado em Campos, será pré-lançado dia 21; veja cenas

Veja cenas ao final das informações – ‘QUANDO CHEGA A HORA DE ESQUECER’, um filme sobre Alzheimer, com atores renomados, será pré-lançado no dia 21 de setembro, em Campos, onde também foi gravado tem uma campista como protagonista, a atriz Jeanne Viterbo, que interpreta a Martha.

Segundo o Produtor Executivo, Edivaldo Azevedo, os ingressos para o dia do pré-lançamento, na sexta-feira, dia 21, já estão esgotados e para o sábado (dia 22), há poucos e podem ser adquiridos na Dieguez do Calçadão, Parquecentro Shopping e Boulevard.

‘O objetivo do longa é alertar a população aos problemas do Alzheimer é, antes de tudo, provocar o amor incondicional que existe em cada um de nós. É apontar a família como grande alicerce em nossas vidas. O verdadeiro trilhar, mesmo diante de um futuro tão incerto’, disse o diretor, Xandy Novaski.

MAIS SOBRE O FILME

“Ele quis abandonar tudo, mas acabou promovendo um encontro consigo mesmo.”

O Alzheimer, doença que acomete diversos idosos pelo mundo afora, muda completamente a rotina de quem recebe o diagnóstico, seja ele o enfermo ou o ente querido que o acompanhou na consulta hospitalar. A atenção e o cuidado, ora tão comuns nos passos de quem entra na terceira idade, tornam-se redobrados, até porque a palavra ‘esquecimento’ passa a ser escrita em negrito na trajetória particular dessa família.

Pois bem, além do doente agir de maneira improvável, não só deixando as lembranças recentes de lado, como também repetindo ações ou até mesmo despindo-se das roupas e sentimentos antes característicos de sua personalidade, há ainda a incerteza por parte daqueles que estão ao lado do enfermo.

​É nesse ponto que o filme QUANDO CHEGA A HORA DE ESQUECER se esbarra. Não somente no sentido literário da frase, mas principalmente na vontade de alguns familiares em ABANDONAR seu próprio passado, presente e futuro ao lado daquele que tanto amou.

Muitos são os que recorrem a psicólogos para, quem sabe, amenizar a dor que corrói sua alma. Outros abraçam o problema e o enfrentam com garra e destreza. Contudo, há aqueles que preferem ESQUECER, talvez por medo, por revolta, ou até mesmo pela incerteza que o futuro lhes reserva.

Mas será que esquecer a própria história é o caminho mais fácil? Ou essa atitude de abandonar  a esperança não seria se despir do carinho e amor que ainda lhe resta?

SINOPSE

Edu é um homem introspectivo. A vida o moldou assim. O fato é que ele amou demais sua esposa, porém, após a perda repentina da mesma, hoje usa a seriedade para cuidar de seu filho João Eduardo, fruto dessa bela história de amor.

Somente alguns poucos momentos de descontração diante de sua câmera fotográfica é que provocam em Edu um sorriso tímido. Ou seja, quando percebe que a tristeza bate à sua porta, o homem solicita um clique ao lado de João Eduardo e também da mãe Martha, seu alicerce e mais uma razão de seu viver.

Martha, por sua vez, é uma senhora esbelta e de bem com a vida. Vaidosa, sente-se realizada por chegar à terceira idade no controle e resguardo dos próprios passos. Adora ir sozinha ao shopping, fazer caminhadas rotineiras pela Beira Rio em Campos dos Goytacazes, ou até mesmo relembrar os bons tempos ao se embalar na dança do ventre. Contudo, existem três preciosidades que ela protege mais que tudo isso: o filho Edu, o neto João Eduardo, e seu caderninho vermelho. É neles que ela deposita todo seu amor.

Acontece que sua atenção anda dispersa. E as frases, prosas e rimas, tão bem escritas naquelas páginas, Martha também tem deixado de lado. Até mesmo a ida ao shopping passa a ser um tormento.

Edu, percebendo tal mudança no comportamento da mãe, a leva ao médico. Eis que os dois se esbarram com um triste diagnóstico: Martha tem Alzheimer. Inicia-se, então, uma corrida desenfreada para que a doença não corroa toda essa história de luta de uma família ora unida. Entretanto, tal enfermidade é mais rápida e cruel.

O fotógrafo, cansado de tamanho sofrimento, opta pela revolta. Para ele, talvez seja a melhor forma de esquecer a dor que abanca sua alma. Mas o que parecia um beco sem saída torna-se a chance para trilhar um novo caminho. Em meio a tanta dúvida, Edu reencontra Lívia, uma antiga namorada de juventude. E é essa incidência do destino que provocará em seu íntimo o verdadeiro combustível para, dessa vez, relembrar os lindos momentos ao lado da mãe Martha, instantes que Edu jamais irá esquecer.

PÚBLICO ALVO

Além dos nossos jovens da terceira idade, o filme é uma película rodada para todas as faixas etárias e classes sociais. O Alzheimer não escolhe riqueza ou pobreza. E mesmo sendo uma enfermidade hoje tão comum nos idosos, indiretamente afeta seus parentes e pessoas próximas. É um longa-metragem feito para a família, para o solteiro, para os casais, ou seja, para os jovens de qualquer idade.

FICHA TÉCNICA

Roteiro e Direção – Xandy Novaski

Co-direção e Direção de Fotografia – Johel Alvez Bright

Produtor Executivo – Edivaldo Azevedo

Assistente de Produção – Ana de Sá Azevedo

ELENCO

Edivaldo Azevedo – Edu

Jeanne Viterbo – Martha

Cristiane Machado – Lívia

Sonia Zagury – Armênia

Márcia Maria – Benícia

João Lucas Azevedo – João Eduardo mais novo

Luiz Eduardo de Sá Pereira – João Eduardo mais velho

Thiago Pereira – Dr. Pedro Henrique

Nilson Athayde – Dr. Dantas

Rita Souza – Instrutora Dança Sênior

Andréa  – Psicóloga

Simone Lobo – Martha Jovem

João Jovem – José Jailton Dantas

André Filipe Azevedo – Edu criança

Natton Ribeiro – Garçom

Ricardo Araújo – Enfermeiro