“Recebi a decisão com tranquilidade, esperávamos que o ordenamento jurídico fosse mantido, como aconteceu com a decisão do judicial. Recebi a informação com satisfação porque os interesses da população estão acima de tudo. Campos não pode parar por causa da Câmara, por interesse particular. O maior problema é o interesse particular. A estratégia (da oposição) de mobilizar não era para apoiar o cidadão. Era uma paralisação (se referindo a falta de quórum nas sessões) para atender à uma estratégia jurídica. Então, essa é uma questão que a gente lamenta muito. Agora, vamos continuar seguindo o Regimento Interno”. A declaração foi dada ao Campos 24 Horas na manhã desta quarta-feira (23) pelo presidente da Câmara de Vereadores, Fábio Ribeiro (PSD), após a decisão do juiz da 3ª Vara Civil de Campos, Leonardo Cajueiro (veja Aqui), indeferindo o pedido de liminar dos 13 vereadores de oposição para dar continuidade à eleição para Mesa Diretora, em razão da anulação da votação que elegeu Marquinho Bacellar (SD) presidente para o biênio 2023/2024. Fábio falou por telefone com a redação do Campos 24 Horas nesta manhã, destacando que espera que agora a situação se normalize, sobretudo porque a Câmara está há seis semanas sem sessão e há votações importantes como a reforma Previdenciária e o salário dos professores. (leia mais abaixo).
O presidente explica que, na sessão desta quarta-feira, deve ocorrer a votação dos vetos da pauta da sessão interrompida de 15 de fevereiro. “Vou conversar com jurídico da Câmara para decidirmos como vamos fazer para votação dos projetos da Previdência e professores, talvez vamos realizar uma sessão extraordinária, porque, antes, temos de fechar a votação dos vetos da sessão de 15 de fevereiro. O mais plausível agora é a oposição comparecer e trabalhar”, explicou. (leia mais abaixo)
E finalizou: “A rua venceu, a vitória é do povo, não é minha. Não há derrotados. Temos que ter a consciência de trabalhar pela população”.