Especialista alerta para doenças infecciosas frequentes em escolas e creches

O subsecretário de Vigilância em Saúde, infectologista Rodrigo Carneiro, reforça que manter o calendário vacinal atualizado é uma das principais medidas para prevenir essas e outras enfermidades mais graves, como meningite, pneumonia e doenças gastrointestinais


  • 11/10/2026, 14h38, Foto: Divulgação.

Campos 24 Horas – Após o ingresso em creches ou pré-escolas, é comum observar um aumento na frequência de doenças infecciosas entre as crianças, como gripe, resfriados e conjuntivite. O subsecretário de Vigilância em Saúde, infectologista Rodrigo Carneiro, reforça que manter o calendário vacinal atualizado é uma das principais medidas para prevenir essas e outras enfermidades mais graves, como meningite, pneumonia e doenças gastrointestinais.

Além disso, é fundamental que as instituições de ensino implementem medidas de proteção, como a desinfecção frequente das superfícies, a manutenção de ambientes ventilados, o incentivo à higiene das mãos e do rosto e a redução de aglomerações desnecessárias. Essas ações ajudam a diminuir a exposição das crianças a microrganismos.

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“É importante oferecer uma alimentação adequada para contribuir com o desenvolvimento do sistema imunológico e manter a vacinação em dia, pois muitas dessas doenças podem ser prevenidas por meio de vacinas. Além disso, o acompanhamento periódico com pediatras, médicos de família e equipes multidisciplinares permite monitorar o desenvolvimento infantil e identificar condições que possam favorecer essas infecções”, recomendou o especialista.

VACINAR PARA PROTEGER - Entre os imunizantes do Programa Nacional de Imunizações (PNI), destacam-se as vacinas pneumocócica e meningocócica, além das vacinas contra sarampo, caxumba e rubéola, doenças altamente transmissíveis; rotavírus; hepatite A; coqueluche; difteria; e tétano.

“A vacina pneumocócica, inclusive, conta atualmente com uma nova versão destinada às crianças pequenas, a pneumo 20. Todas essas vacinas estão disponíveis na rede pública, conforme o calendário nacional de vacinação”, finalizou Rodrigo Carneiro.

Para atualização da caderneta de vacina, as crianças acima de 2 meses de vida precisam estar acompanhadas dos pais ou responsáveis legais. No ato da vacinação é preciso estar portando o documento com foto, CPF ou Cartão do SUS, Caderneta de Vacinação. Os imunocomprometidos devem apresentar laudo médico ou outro documento que comprove a condição.



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