Aleksandro Leão Vieira, de 36 anos, uma das vítimas da explosão de uma lancha no dia 17 de junho, em Cabo Frio, na Região dos Lagos do Rio de Janeiro, voltou para a embarcação para salvar as crianças após a acidente, de acordo com familiares. O empresário teve 75% do corpo queimado e não resistiu na madrugada desde domingo (23).(Leia mais abaixo)
“Quando a embarcação explodiu, ele foi arremessado para fora da lancha. Mas ele voltou para pegar as crianças, que era o Davi, o Gean e a filha dele, Ana Júlia. Só que esse retorno não foi tão rápido. No susto, ele ficou paralisado até realmente conseguir pegar os pequenos”, disse a irmã Aline Vieira.(Leia mais abaixo)
Aleksandro era empresário e, além dos amigos, estava na lancha com a esposa Caroline Pimentel, 28 anos, e a filha Ana Livia Pimentel, de cinco anos. As duas estão internadas no Hospital Estadual Alberto Torres (HEAT), e, segundo a assessoria da unidade, o estado de saúde delas era estável até a última atualização.(Leia mais abaixo)
Além de Ana Lívia, o capixaba deixa outras duas filhas, que não estavam com ele no momento do acidente.(Leia mais abaixo)
Na sexta-feira (21), após informar sobre a morte do menino de quatro anos, a assessoria do hospital disse que o estado de saúde de Aleksandro Leão Vieira, de 36 anos, era estável. No entanto, já no sábado (22), o quadro dele era muito grave.(Leia mais abaixo)
“Os médicos chamaram a gente para conversar e desenganaram ele. O pulmão estava parando de funcionar. Tudo é muito triste”, disse a irmã da vítima, Aline Vieira.(Leia mais abaixo)
Estado de saúde das outras vítimas – A direção do Hospital Estadual Alberto Torres (HEAT) informou também que a Nayara Tauslane Andrade, 22 anos, continuava estável, Já o menino Jean Andrade, 1 ano e 5 meses, permanecia com o estado de saúde grave.(Leia mais abaixo)
O hospital informou ainda que a paciente Leticia Sampaio, de 26 anos, foi transferida para uma unidade hospitalar no estado do Espírito Santo.(Leia mais abaixo)
O acidente – O acidente foi na tarde de segunda-feira (17) na Ilha do Japonês, em Cabo Frio. Havia 11 pessoas na embarcação – sendo o piloto e 10 passageiros – e, de acordo com um dos passageiros, o acidente foi minutos após a lancha parar para abastecer.(Leia mais abaixo)
Questionada sobre o acidente, a Marinha do Brasil informou que a Delegacia da Capitania dos Portos em Cabo Frio (DelCFrio) instaurou inquéritos administrativos, cujo prazo de conclusão é de 90 dias, com o propósito de apurar causas, circunstâncias e possíveis responsabilidades do acidente.(Leia mais abaixo)
Leia a nota na íntegra:
A Marinha do Brasil (MB), por intermédio do Comando do 1º Distrito Naval (Com1°DN), informa que a Delegacia da Capitania dos Portos em Cabo Frio (DelCFrio) instaurou Inquéritos Administrativos sobre Acidentes e Fatos da Navegação (IAFN), cujo prazo de conclusão é de 90 dias, com o propósito de apurar causas, circunstâncias e possíveis responsabilidades, sobre os últimos acidentes com as embarcações “A MAR I”, “BRADOCK” e “EYE SEA”, ocorridos em Cabo Frio – RJ. Os IAFN encontram-se em sua fase de instrução, a qual abrange todos os esforços para a elucidação destes acidentes.(Leia mais abaixo)
Pontua-se que Ações de Fiscalização do Tráfego Aquaviário (AFTA) são realizadas nas Marinas e Iates Clubes, procedendo uma verificação documental e de equipamentos previstos nas Normas da Autoridade Marítima. Não obstante, as AFTA também são conduzidas no mar, efetuando-se inspeção na documentação do condutor, da embarcação e nos itens de segurança obrigatórios. Em 2024, foram realizadas mais de 5.840 inspeções, 314 notificações, além de 22 apreensões.(Leia mais abaixo)
Insta salientar, por oportuno, que a DelCFrio realiza palestras para a Comunidade Marítima, ocasião quando é possível reforçar não somente as principais recomendações e precauções de segurança, previstas nos anexos 4B e 5F da NORMAM-211/DPC, mas também contribuir para a redução de falhas de procedimentos.(Leia mais abaixo)
Cabe ressaltar que a Marinha incentiva e considera importante a participação da sociedade, que pode ser feita pelos telefones 185 (número para emergências marítimas e fluviais, além de pedidos de auxílio), (21) 2104-6119 e (21) 97515-7895 (diretamente com o Com1ºDN, para outros assuntos, inclusive denúncias).
Fonte: G1