Emergência em Casa: 54 mil atendimentos em três anos

terça-feira, 8 de janeiro de 2013 (Foto: Campos 24 Horas)

A médica Maria Fernanda Gomes é a Coordenadora de Atendimento do programa

Maria Fernandaemergência em casaSaúde é prioridade na Prefeitura de Campos e o programa Emergência em Casa completou três anos de implantação com mais de 54 mil atendimentos. O programa, desde 2010, vem assistindo toda a população de Campos, salvando vidas ao prestar socorro às pessoas em suas residências. O Emergência em Casa começou a funcionar em dezembro do ano anterior, como projeto-piloto de atendimento emergencial acionado por telefone, através do número 192.

O vice-Prefeito, Doutor Chicão, destaca que foram mais de 54 mil atendimentos pelo Emergência em Casa, até dezembro passado. “Queremos consolidar ainda mais o programa e a atuação desses profissionais que, diariamente, se comprometem a salvar pessoas em todos os pontos do município. O programa conta com equipes altamente treinadas e o atendimento é iniciado já no chamado, quando o atendente, ele mesmo ou um médico, passa a orientar os familiares com os cuidados que o paciente necessita até a chegada dos enfermeiros e médico para o socorro na casa”, acreescenta.

O secretário de Saúde, Geraldo Venâncio, frisa que o atendimento emergencial prestado na casa do pacientes tem diversos fatores positivos: “São quatro bases do programa, funcionando em Nova Brasília, Travessão, Goitacazes e Baixa Grande, além da sede no Hospital Geral de Guarus e esse atendimento regionalizado agiliza o socorro, garante melhores chances de salvar os pacientes. O fato de o paciente estar na presença de familiares na hora do socorro faz com que ele se sinta mais seguro, mais protegido. Já os profissionais que realizam o atendimento, desde o motorista da ambulância UTI até o médico, também se sentem mais seguros e gratificados com o acompanhamento da família, que reconhece o serviço prestado. Além disso,  o serviço do Emergência em Casa ajuda a desafogar o atendimento aos casos mais graves nos hospitais”, explicou.

Concorda com o secretário, o médico do Emergência em Casa, Benedito Chami, que, na manhã desta sexta-feira (4), atendeu uma paciente com crise convulsiva no Parque Presidente Vargas. “Temos que chegar e socorrer o paciente imediatamente, mas também fazemos todas as avaliações necessárias e só saímos quando o assistido está completamente estabilizado. Caso o problema seja mais complexo, removemos a pessoa para a unidade de saúde mais próxima. Em geral, conseguimos prestar o atendimento na casa e temos a satisfação de deixar as pessoas mais tranquilas, estabilizadas, aos cuidados da família”, contou.

O atendimento a que se refere o médico socorrista foi prestado a Cristiane Fraga, de 46 anos. Ao perceber que a irmã estava tendo repetidas crises convulsivas, Luciene Dalva Fraga acionou imediatamente o Programa Emergência em Casa, que em poucos minutos chegou a sua residência. “Não sei o que seria de nós sem esse programa, que é ótimo. Já acionamos o 192 várias vezes e sempre chegam rapidinho. Os profissionais são excelentes e sempre muito atenciosos com a gente”, falou Luciene.