Pré-candidato a prefeito, Buchaul fala ao Campos 24 Horas

O programa que está sendo elaborado pelo pré-candidato Alexandre Buchaul (Novo) à prefeitura de Campos tem como um dos eixos centrais a redução da dependência da população mais pobre em relação aos programas sociais, através de uma gestão que privilegie uma política voltada para a educação, bem como a geração de emprego e renda para as camadas mais vulneráveis. A respeito do cenário eleitoral da cidade, Buchaul fala ao Campos 24 Horas dentro da série do site sobre eleições municipais deste ano como se coloca como pré-candidato a prefeito por um partido considerado “nanico” no enfrentamento a dois grupos com grande potencial eleitoral, como o do prefeito Wladimir Garotinho (PP) e do presidente da Assembleia Legislativa (Alerj), Rodrigo Bacellar. Vale lembrar que na última pesquisa de intenção de voto realizada em Campos (Aqui), Buchaul não chegou a 1%. (leia abaixo)

“Campos tem 48,6% população inscrita no CadUnico. São números preocupantes que tornam quase metade da população dependente do poder público, que deveria implementar políticas que os livrassem da dependência dos programas assistenciais”, analisou o odontólogo. (leia mais abaixo)

Ao seguir à risca a máxima segundo a qual “é preciso dar o peixe a quem tem fome, mas também ensinar a pescar”, Buchaul defende que os programas sociais deveriam ser emergenciais, não definitivos. (leia mais abaixo)

“O crescimento, o desenvolvimento econômico e a prosperidade das pessoas é uma das bandeiras do Novo para Campos e o Brasil.  É necessário a transferência poder do governo para as pessoas que devem ter autonomia e preparo para empreender, ter seu negócio e gerar sua renda, ou aproveitar as oportunidades no mercado de trabalho pela qualificação que venham possuir”. (leia mais abaixo)

Buchaul cita como exemplo parte dos trabalhadores que atuam no Porto do Açu. “Muitas pessoas que lá trabalham são de fora da região. Moram em Campos, quando não alugam casas ou ficam em pousadas em Grussaí”, comentou.  (leia mais abaixo)

NOVOS NEGÓCIOS – Para o odontólogo, Campos precisa da atração de investimentos e novos negócios. “Campos vive do complexo industrial do petróleo, em Macaé, e o Porto do Açu, em São João da Barra. Virou uma espécie de cidade-dormitório. Na agricultura, com o declínio da indústria do açúcar não encontrou outra atividade para substituir a tradicional da cadeia produtiva da lavoura canavieira. Temos uma pecuária que envia a maior parte de sua produção de leite para ser beneficiada em cooperativas de Itaperuna e Italva”, analisou. (leia mais abaixo)

Educação e saúde também passam pelo programa do pré-candidato do Novo, que apontou pontos fracos, trazendo dados do Centro de Lideranças Públicas que realizou pesquisas em 410 municípios com mais de 80 mil habitantes. Segundo ele, o levantamento mostra Campos numa posição ruim em cobertura na Atenção Básica na Saúde. (leia mais abaixo)

PESQUISAS E CENÁRIO ELEITORAL –  Concorrente por um partido considerado “nanico” no enfrentamento a dois grupos fortes eleitoralmente, como o do prefeito Wladimir Garotinho (PP) e do presidente da Assembleia Legislativa (Alerj), Rodrigo Bacellar, cuja pré-candidata à prefeitura é a delegada Madeleine Dykeman, Buchaul relativiza as pesquisas que apontam o prefeito como favorito à reeleição. (leia mais abaixo)

“Pesquisa é um retrato do momento. Wladimir tem a máquina na mão. Mas a nossa arma é dialogar com a população e confiar na inteligência das pessoas. Mostrar os erros e falhas do governo”, afirmou. (leia mais abaixo)

Para enfrentar dois candidatos de grupos solidamente mais bem estruturados, Buchaul cita referência do Partido Novo, enfatiza o forte traço programático da sigla e a tendência de crescimento de sua pré-candidatura nos próximos meses. (leia mais abaixo)

“Estamos dialogando com algumas lideranças e buscando atrair pessoas identificadas ideologicamente com o partido, seu programa e as pautas que o Novo defende e prega para Campos e o Brasil, com destaque para a questão da transparência e da ética e do modelo de gestão. As nossas referências no Novo são o governador de Minas, Romeu Zema, e o prefeito de Joinville, Adriano Silva, que tem aprovação de 95% nas pesquisas e deve ser reeleito em primeiro turno”, finalizou.