Saiba quanto arrecadaram os candidatos a prefeito

Postado por Fabiano Venancio – A disputa da Prefeitura de Campos envolve articulação política para a construção de alianças, estratégias de campanha, imagem e prestígio do candidato e qualidade e apresentação do programa de governo, mas também recursos financeiros. Com os volumosos recursos do fundo eleitoral, os partidos investem nos seus candidatos e dobram suas apostas para festejar a vitória em outubro. O Campos 24 Horas levantou junto ao TSE  os recursos que os concorrentes à Prefeitura arrecadaram até agora.  A delegada Madeleine Dykeman (União Brasil) é a que recebeu até o momento maiores cifras. (Leia mais abaixo)

A candidata recebeu até agora R$ 3.018.800,00 para financiar a campanha, sendo R$ 2.934.000,00 do fundo partidário repassado pela direção nacional do União Brasil. (Leia mais abaixo)

O professor Jéfferson Azevedo (PT) conseguiu arrecadar R$ 511.951,00, sendo R$ 450 mil da direção nacional do seu Partido dos Trabalhadores, além de R$ 55.000,00 da direção nacional do Partido Comunista do Brasil (PC do B). O restante teve origem de doações de pessoas físicas. (Leia mais abaixo)

O total repassado pelo candidato Alexandre Buchaul (Partido Novo) foi de R$ 64.931,65, sendo R$ 55 mil da direção nacional da sigla. (Leia mais abaixo)

Raphael Thuin (PRD) declarou ter arrecadado R$ 21 mil até o momento, fruto apenas de doações de campanha por pessoas físicas. O candidato não registrou nenhum gasto ou despesa com fornecedoras lançados até o momento. (Leia mais abaixo)

Candidato à reeleição, o prefeito Wladimir Garotinho (PP), Fabrício Lírio (Rede) e Pastor Fernando (PRTB) ainda não registraram prestação de contas a ser apresentada à Justiça Eleitoral. (Leia mais abaixo)

Nesta eleição, o limite legal de gastos na disputa pela prefeitura foi fixado em R$ 3.141.676,23, no primeiro turno, e R$ 1.256.670,49 67, no segundo. (Leia mais abaixo)

Os itens de despesas dos candidatos constam gastos com empresas de publicidade, criação de páginas na internet, produtoras, comunicação visual, papelarias, publicidade por adesivos, serviços gráficos, combustíveis, produção de jingles, vinhetas e slogans,  locação de imóveis e veículos, eventos de promoção da candidatura, além de impulsionamento de conteúdos. (Leia mais abaixo)

Com o cancelamento das atividades do ex-Twiter, agora X, o Facebook Serviços Online do Brasil Ltda é a plataforma mais requisitada pelos candidatos. (Leia mais abaixo)

De acordo com a legislação eleitoral, na declaração de contas devem constar receitas, despesas e prestação de contas com notas fiscais, extratos bancários e histórico de entregas, além do registro de contratação de despesas, ranking de doadores e fornecedores. (Leia mais abaixo)

A prestação de contas ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) devem constar ainda sobras financeiras, sobra estimável e dívidas de campanha. (Leia mais abaixo)

Aprovado pelo Congresso Nacional, no total de R$ 4,9 bilhões, o Fundo Especial de Financiamento de Campanha (FEFC), conhecido como Fundo Eleitoral, é a fonte de recursos públicos que os partidos políticos, candidatas e candidatos custeiam grande parte das campanhas eleitorais neste ano. O restante vem de doações de pessoas físicas. (Leia mais abaixo)

Já o Fundo Partidário é destinado à manutenção dos partidos políticos e é distribuído mensalmente para custear despesas cotidianas das legendas, como contas de luz, água, aluguel, passagens aéreas e salários de funcionários.