O depoimento do ex-vereador Thiago Virgílio (Agir) à Polícia Federal em Campos, que seria nesta quinta-feira (12), na investigação sobre as denúncias de uma suposta cooptação de apoio político através de pagamento financeiro, ou seja, “compra de apoio”, e que beneficiaria as candidaturas à prefeitura da delegada Madeleine Dykeman (União) e o vereador Marquinho Bacellar (União), foi adiado. Thiago é autor das denúncias e não compareceu à delegacia porque sua esposa grávida entrou em trabalho de parto. O caso tem suspeita de envolvimento de pastores evangélicos e outros líderes religiosos. (leia mais abaixo)
A Polícia Federal deve também ouvir alguns integrantes de um grupo de watsapp onde se ouve conversas vazadas sobre a suposta compra de apoio. Nas conversas, os participantes do grupo estariam reclamando sobre o atraso de três meses de pagamento pelos “serviços”. (leia mais abaixo)
ÁUDIOS – Num dos áudios vazados das conversas por watsapp, uma mulher de um dos grupos alega ter contraído dívidas com a locação de um imóvel para local de trabalho da campanha, mas como não ainda recebeu pagamento para custear o aluguel estaria sendo ameaçada pelo dono do imóvel. A mulher diz ainda temer por sua integridade e de seus três filhos menores.