(TEXTO RETIRADO DO SITE DA PREFEITURA) – Chaveiros, bolsas, tapetes, toalhas e laços foram alguns dos inúmeros produtos expostos na “Feira de Artesanato da Economia Solidária da Baixada Campista” realizada nesta sexta-feira (1º), na Praça de São Benedito, em Goitacazes. A feira é uma parceria entre a Casa de Cultura José Cândido de Carvalho e a Universidade Estadual do Norte Fluminense (UENF). A atividade acontece toda sexta-feira, das 10h às 16h, e reúne artesãs locais e dos cursos da Casa de Cultura, com produtos feitos a mão em técnicas como crochê, ponto russo, bordado e pintura em tecido.
Segundo a presidente da Fundação Cultural Jornalista Oswaldo Lima (FCJOL), Cristina Lima, valorizar os artesãos da região é a melhor forma de incentivá-los. “Essa parceria é uma forma de enriquecer e estimular ainda mais os campistas a conhecerem e valorizarem o artesanato da nossa terra”, comentou a presidente da FCJOL. “A Casa de Cultura é polo da Economia Solidária da UENF, e essa parceria rende aos nossos artesãos oportunidades em nosso município, recebendo apoio em seus trabalhos. Além disso, nosso espaço é uma forma de promover a economia local solidária, pois aqui todas apoiam umas as outras e criam laços”, ressaltou a gerente da Casa de Cultura, Margarida Terra.
Aproximadamente 25 artesãs comercializaram seus produtos, sendo que algumas trabalham no ramo há anos e foram se especializando em várias técnicas. Outras foram alunas dos cursos oferecidos pela Casa de Cultura e hoje são professoras voluntárias da instituição. Para a artesã e professora de ponto russo, Josane Souza, poder retribuir o que aprendeu na Casa de Cultura é um prazer.
— Aqui é a minha segunda casa, ensinar novos alunos a fazerem artesanato é um prazer, um carinho. Ter a oportunidade de expor na feira é muito bom, a gente vem, vende, conversa, faz amizades, melhora nossa cabeça e o nosso dia — comentou a conhecida professora Jô.
As colegas de artesanato Claudia Alves, Andreia Gomes, Enilza Ribeiro e Neuza de Souza, todas com mais de 20 anos no ramo, destacam o amor pela profissão. “Essa integração aqui na feira é um lazer, uma troca de conhecimentos entre pessoas que amam o artesanato e se dedicam a ele, sem contar que expor nossos produtos aqui é uma vitrine para nossos trabalhos, as pessoas passam, olham e muitas vezes voltam”, frisaram as artesãs.