Primeiramente, é importante lembrar que a enxaqueca é uma doença neurológica crônica, isto é, a pessoa tem crises ao longo da vida. De acordo com a Sociedade Brasileira de Cefaleias, cerca de 15% dos brasileiros convivem com essa condição. (leia mais abaixo)
Entre os principais sintomas da enxaqueca estão a dor latejante – de um lado ou em toda a cabeça – náuseas e a intolerância à luz e a ruídos. (leia mais abaixo)
Qual a frequência?
A enxaqueca pode ser classificada como episódica ou crônica. Pessoas com enxaqueca episódica têm no máximo 14 dias de dor de cabeça por mês. Já a crônica acontece 15 dias ou mais no mês e pode ocorrer quando o primeiro tipo não é reconhecido e tratado adequadamente. (leia mais abaixo)
Quais são os gatilhos para uma crise?
Algumas pessoas podem apresentar fatores desencadeantes para as crises de enxaqueca. Veja alguns exemplos: (leia mais abaixo)
- Ansiedade ou tensão excessiva;
- Jejum prolongado;
- Insônia ou sono irregular;
- Período pré-menstrual;
- Excesso ou falta de cafeína;
- Perfumes ou barulhos muito fortes;
- Alguns tipos de alimento também podem ser gatilhos para crises, como vinhos, queijos e chocolate;
- Excesso de analgésicos.
De qualquer forma, o mais importante é que a pessoa se observe e perceba quais os principais fatores capazes de desencadear uma crise. Além disso, é essencial procurar a ajuda de neurologistas para fazer um diagnóstico adequado e o melhor tratamento possível.
Fonte: Dr. Jairo Bouer