quinta-feira, 31 de julho de 2014 – Foto: Rodolfo Lins / Secom
O secretário municipal de Saúde, Doutor Chicão, e o subsecretário executivo, Sebastião Tavares Campista, realizaram visita técnica nas unidades de saúde mental, nesta quinta-feira (31). Eles acompanharam o andamento dos serviços no Centro de Atendimento Psicossocial Dr. Romeu Casarsa (CAPS III) e na Unidade de Acolhimento Infanto-Juvenil (UAI), acompanhados da equipe técnica da Secretaria.
O CAPS III funciona na Rua Baltazar Carneiro, 90, Centro, e completou 5 anos de implantação com acolhimento 24 horas, repouso masculino e feminino. Segundo o vice-prefeito, a unidade garante atendimento diurno e noturno, a cerca de 60 adultos com transtornos mentais severos e persistentes.
“Vários profissionais prestam atendimento, como assistentes sociais, psicólogos, médicos, enfermeiros, técnicos de enfermagem e pessoal de apoio. Oferecemos oficinas de reciclagem, oficina de linguagem oral e escrita, grupo de reflexão, grupo de memória, oficina de subjetividade, aula de dança, grupo de família, grupo de usuários, atividade física, grupo de contos, oficina de jardinagem, grupo de música, etc”, afirmou o secretário de Saúde.
A proposta é promover o tratamento do paciente, sem retirá-lo do convívio familiar, em busca do atendimento antimanicomial. O local também funciona como espaço de acolhimento ao paciente em primeira crise.
A UAI está atuando na reinserção social de crianças adolescentes, entre 10 e 17 anos de idade, e no combate às drogas. Integra a Rede de Atenção Psicossocial (RAPS) e o Plano Emergencial de Enfrentamento ao Crack e outras Drogas. A unidade está promovendo o atendimento na modalidade de acolhimento transitório, em caráter 24 horas, para 2 meninos e uma menina com necessidades decorrentes do uso abusivo de álcool e outras drogas.
O secretário destaca que, no Estado do Rio de Janeiro, com exceção da capital, Campos é o primeiro município com uma estrutura de UAI e Consultório na Rua. Este último será implantado em breve. “Para isso, criamos o Comitê Municipal Intersetorial de Enfrentamento ao Crack e outras Drogas. Também aderimos ao programa federal “Crack – é possível vencer””, afirmou.