1ª quinzena de Wladimir/Frederico: veja a rotina e os desafios que eles enfrentam

Após um governo fracassado, buscar soluções urgentes para os graves problemas das finanças municipais com prioridade para o pagamento dos vencimentos do mês de dezembro e ainda o 13º salário dos servidores; montar uma operação para melhorar as condições das esburacadas ruas de Campos, que passa também pela melhora da paisagem urbana do Centro e bairros, com serviços de limpeza, varredura e capina, além da reestruturação da administração pública visando a melhoria do atendimento à população. Estas são algumas das principais diretrizes executadas pelo prefeito Wladimir Garotinho (PSD) e seu vice Frederico Paes (MDB) nos seus primeiros dias de governo.  Entretanto, a rotina de trabalho do gestor e sua equipe avança também nas tratativas e parcerias com deputados, senadores e ministros. (leia abaixo)

Em Campos, Wladimir e Frederico receberam o deputado estadual Rosenverg Reis (MDB) e o ex-deputado federal e atual prefeito de Duque de Caxias, Washington Reis (MDB), para conhecerem de perto as demandas do Hospital Geral de Guarus que carece de obras de ampliação, reforma geral e equipamentos que estão sucateados. (leia mais abaixo)

A visita rendeu frutos. Uma semana depois, Campos recebeu a instalação de 10 leitos de Unidade de Tratamento Intensivo (UTI) no Centro de Controle de Combate ao Coronavírus (CCC). Os leitos foram obtidos através de um convênio com a prefeitura de Caxias.  Alguns dias depois, o prefeito recebeu o senador Romário (Podemos) em seu gabinete.  (leia mais abaixo)

Diante da escassez e da queda de receitas municipais, não há como caminhar noutra direção diferente da capital federal. Em Brasília, Wladimir fez outras incursões em gabinetes federais e fez valer suas relações construídas nos dois anos como deputado federal e sua capacidade de interlocução na busca de investimentos para diferentes áreas como a Saúde e Promoção Social.  (leia mais abaixo)

Wladimir e o vice-prefeito Frederico Paes também levaram algumas demandas da agricultura do município até a deputada Clarissa Garotinho (Pros). Conseguiram R$ 6 milhões para ações no setor. O recurso está sendo destinado através de emenda parlamentar.

É bem verdade que o prefeito também assume o governo às portas de uma campanha de vacinação da Covid-19, mas também ao mesmo tempo em meio ao agravamento da pandemia com uma terceira onda da transmissão do vírus. 

Preocupado com o aumento do número de contaminados e óbitos em Campos, Wladimir tem acompanhado diariamente as ações e observações dos gestores da Saúde para a tomada de decisões e medidas concretas que podem se tornar mais drásticas a partir da próxima semana.  (leia mais abaixo)

A crise e as exigências de respostas e soluções para os problemas de curto ou médio prazo desafiam Wladimir. As duas semanas de governo sinalizam que o prefeito não é homem de gabinete. Gosta de ir às ruas para acompanhar as atividades de secretários e outros auxiliares e vê de perto o trabalho braçal dos operários que executam os trabalhos de limpeza, capina e remoção de lixo e entulhos. Cumprimenta um por um e se permite às vezes a uma conversa informal com um ou outro por alguns minutos.  

O intenso ritmo de trabalho do prefeito é atestado pelos assessores. “Acompanhar o pique dele é complicado. Se não tiver disposição fica atrás, não consegue”, disse um dos auxiliares, ao acompanhá-lo na vistoria dos trabalhos da Operação Tapa-Buracos. (leia mais abaixo)

Enquanto atende ao celular, Wladimir conversa com o pessoal acompanha a rotina de trabalho do prefeito, que também contou com visita aos hospitais para conhecer de perto as carências, as dificuldades e as condições de trabalho dos funcionários.  (leia mais abaixo)

O mutirão de limpeza, capina e varredura não se limita às ruas, mas se estende as vilas olímpicas, completamente abandonadas com seus equipamentos em condições lamentáveis.  (leia mais abaixo)

Mas uma das primeiras medidas de Wladimir como prefeito foi a demolição do precário terminal de ônibus no final da Avenida 28 de Março. A partir do primeiro dia de governo, saída e chegada do transporte alternativo voltaram aos locais anteriores, facilitando o acesso dos passageiros ao centro da cidade.  

Diante da gravidade da situação nos cofres da Prefeitura, outra medida impactante foi a instalação do estado de calamidade pública fiscal e financeira de Campos, após os técnicos da Secretaria de Fazenda terem constatado que a Prefeitura tem em caixa apenas R$ 3 milhões, mas tem dívidas de restos a pagar de meio bilhão (R$ 500 milhões para janeiro) e uma folha de pagamento de dezembro no valor de R$ 106 milhões. (leia mais abaixo)

A missão desafiadora de Wladimir passa por um dos imbróglios mais difíceis do cargo, que é o pagamento de mais de R$ 100 milhões aos servidores, por conta dos vencimentos de dezembro e do 13º salário.