O corpo do jornalista Léo Batista, que morreu no domingo (19), aos 92 anos, está sendo velado em General Severiano, sede do Botafogo, nesta segunda-feira, em uma cerimônia aberta ao público no Ginásio Oscar Zelaya. A cerimônia, que começou às 14h, vai terminar às 16h30. O enterro será reservado apenas aos familiares.(leia mais abaixo)
O velório contou com a presença de muitos jornalistas que foram seus companheiros, e torcedores alvinegros e de outros times, que acompanharam sua carreira de 77 anos no jornalismo, tendo sido 55 deles só na TV Globo. As filhas, Cláudia e Mônica, também estiveram presentes. Léo as teve com a esposa Leyla Chavantes Belinaso, falecida em 2022, aos 84 anos.(leia mais abaixo)
Alex Escobar, seu amigo por 16 anos, apresentador do Globo Esporte e, por vezes, dos Gols do Fantástico, onde Léo marcou história, destacou seu papel no jornalismo brasileiro.(leia mais abaixo)
– São 70 anos de profissão, em um mundo que muda muito rápido a todo momento. O Seu Leo se manteve atual, relevante, competente, com 92 anos de idade e 70 anos de profissão. Ninguém fez favor a ele – disse Escobar: – Era divertido, simpático, muito bom, um profissional que eu não sei se a gente vai ter outro, que se mantém 70 anos vivo, forte, relevante, atual, competente.(leia mais abaixo)
– Tudo o que eu tinha pra dizer em vida… “te amo”, “você é meu amigo”, “você é o maior”, “você é bom pra caramba”… tudo isso eu disse pra ele várias vezes em vida. Então, flores em vida. Eu levo uma saudade de uma amizade muito bonita que a gente teve – finalizou Escobar.(leia mais abaixo)
Torcedor do Botafogo, o lendário jornalista recebeu uma justa homenagem do clube do coração ainda em vida, quando o alvinegro deu seu nome a uma das cabines de imprensa do estádio Nilton Santos.(leia mais abaixo)
Léo Batista morreu no Hospital Rios D’Or, em Jacarepaguá, na Zona Oeste do Rio de Janeiro, em função de um tumor no pâncreas.
Fonte: Extra