(Assista ao vídeo no final da matéria) – Terceira candidata mais bem votada na classificação geral da última eleição para Conselheiro Tutelar (CT) em Campos, a pedagoga Polliana da Silva falou, nesta quarta-feira (4), ao Campos 24 Horas sobre a importância do papel que a função desempenha na garantia de diretos das crianças e dos adolescentes e sobre suas expectativas para os desafios que irá enfrentar a partir de 10 de janeiro de 2024, quando assumirá o cargo. Esta será sua segunda gestão como conselheira tutelar, ela já atuou entre 2009 e 2012. (Leia mais abaixo)
Polliana contou que a candidatura neste ano foi proposta a partir do pedido da sociedade. Sempre atuante na área social, seja com a pedagogia, com moradores de rua ou com causas ligadas à infância e à juventude, ela conquistou, através do trabalho prestado, a credibilidade de quem a acompanha. (Leia mais abaixo)
“Depois que deixei o Conselho Tutelar, em 2012, segui atuando com o social, em escolas, na Fundação para a Infância e Adolescência (FIA), e no Centro Pop, onde fui coordenadora. Com isso, continuei escrevendo a minha história e criando bagagem profissional”, contou Polliana. (Leia mais abaixo)
Ela ainda complementou pontuando que “muitas pessoas pediram para que eu me candidatasse a conselheira neste ano. Por amor ao que faço e por entender a importância desse papel na sociedade, eu topei o desafio e fui eleita com 844 votos. Muito obrigada a todos que acreditaram em mim e no meu trabalho”. (Leia mais abaixo)
Sobre a mudança de cenário entre o primeiro mandato e o que está por começar, Polliana destacou o bom trabalho realizado pelo Conselho tutelar ao longo dos anos. “A verdade é que casos de violência e negligência contra crianças e adolescentes sempre aconteceram. Hoje, graças ao amplo trabalho de conscientização feito pelo Conselho Tutelar todo esse tempo, as pessoas estão entendo seu papel na sociedade e a importância de denunciar. Esse movimento garante proteção a quem mais precisa”, defendeu. (Leia mais abaixo)
Ela ainda pontuou as principais responsabilidades dos conselheiros tutelares. Dentre elas, o dever de fiscalizar a prestação de serviços oferecidos pelo governo municipal às crianças e aos adolescentes, como educação e saúde, e garantir que todos tenham acesso integral a eles. Cabe aos conselheiros também receber e reencaminhar à rede de apoio – que são órgãos como Ministério Público, Polícias Civil e Militar e Vara da Infância -, denúncias que envolvam crianças e adolescentes. (Leia mais abaixo)
“Espero que a prática na área social some à execução do meu trabalho nos próximos anos. Sei dos desafios que estão por vir. Na primeira gestão eu cheguei a ser intimidada por familiares de uma das crianças assistidas, mas nem isso me fez parar ou desistir. Estarei mais amadurecida, confiante e disposta a dar o meu máximo para zelar pela garantia de direitos fundamentais das nossas crianças e adolescentes”, finalizou a conselheira eleita. (Vídeo abaixo)