Comitiva da prefeitura apresenta Terminal Farol Barra à deputada

A deputada federal Cristiane Brasil visitou, na tarde deste sábado (7), a área do terminal pesqueiro onde estão interrompidas, desde 2015, as obras de construção do Terminal Logístico e Portuário Farol Barra do Furado, no limite de Campos com Quissamã. Acompanhada do subsecretário municipal de Desenvolvimento Econômico, Mário Sérgio Cardoso; do superintendente de Planejamento, Marcel Cardoso; do superintendente da Pesca, José Roberto Pessanha, e do adjunto, José Armando Barreto, a parlamentar ouviu sobre as principais demandas para a área.

Segundo os gestores municipais, a principal demanda é realizar intervenções para evitar a entrada de areia do mar na barra do Canal das Flechas, como ocorre atualmente, o que provoca obstrução e impede a entrada dos barcos de pesca dos dois municípios. A proposta é construir um novo “molhe de pedra” (espigão) de 1.400 metros na parte Norte (Campos) e outro menor na parte Sul (Quissamã), o que impediria a entrada de areia e sedimentos.

A deputada pediu ao grupo a documentação necessária para agilizar os primeiros contatos relativos à implementação do projeto. A comissão municipal acredita que, ao mesmo tempo, em outras frentes, poderão ser agilizados procedimentos relativos à retomada das obras do complexo logístico, que demandará recursos para inúmeros empreendimentos de diversos setores, como apoio off shore, estaleiros e um polo industrial de pesca.

– Foi satisfatório ver que a deputada ficou impressionada com o potencial econômico dessa região, tradicionalmente ligada à pesca, e consideramos importante a sua disposição de servir como interlocutora em nível federal. Vamos providenciar a entrega a ela do projeto de readequação das intervenções necessárias naquela área e trabalhar no sentido de termos retomadas as obras no terminal – afirmou Mário Sérgio Cardoso.

Para o superintendente adjunto da Pesca, o apoio político é fundamental para que o setor pesqueiro na região se modernize e não desapareça. “Hoje o filho do pescador não quer mais seguir a profissão do pai. E como há muita sobrepesca, a saída é usar embarcações maiores e mais modernas para buscar o peixe mais longe. Há muitas empresas querendo vir pra cá, mas temos que dar as condições para elas se instalarem e operarem, aumentando o número de empregos e gerando renda na região”, afirmou José Armando.

Fonte: Comunicação/PMCG