Após 2 meses, reconstituição do assassinato da analista judiciária Patrícia Matos

guarda preso 3 14/06/2016    06h27       |      Foto: Filipe Lemos/Campos 24 Horas

EXECUTOR- Jonathan Bernardo Lima
Apontado como EXECUTOR,  Jonathan Bernardo Lima

mulher guarda carro 5guarda mulher 20 mulher guarda 6 mulher guarda 7 mulher guarda carroEstá confirmada para esta quarta-feira (15), às 17h, a reconstituição do assassinato da analista judiciária Patrícia Manhães Gonçalves Mattos.  O Guarda Municipal e marido da vítima, Uenderson Mattos, participará da reconstituição. Ele é apontado como mandante por “motivos passionais e financeiros”. A reconstituição busca esclarecer lacunas do que ocorreu. A reconstituição deve ocorrer no final da tarde.

Patrícia foi morta a tiros dentro de seu carro no último dia 13 de abril, no estacionamento da base da Guarda Ambiental (GAM), situada no antigo galpão do Ceasa, no bairro do mesmo nome, em Campos.

O marido de Patrícia foi preso no último dia 25 de abril.  Antes, a polícia já havia feito buscas em seu apartamento e apreendeu aparelhos de celular, um Notebook e outros materiais no apartamento do guarda Uenderson, na rua Primeiro de Maio, no bairro Pelinca.  Os aparelhos foram periciados e as ligações, investigadas. Também foram apreendidos R$ 6 mil em dinheiro, quatro cordões, anel, pulseira e vários documentos, que estavam dentro de um cofre.

No último dia 04, a Polícia Civil concluiu o inquérito de investigação da morte da analista judiciária Patrícia Manhães. Consta no inquérito que o marido da vítima, o guarda civil municipal Uenderson Mattos, 38 anos, é apontado como mandante do crime. Já o guarda municipal Genecy é apontado como o intermediário na contratação do executor Jonathan Bernardo Lima, de 33 anos, conhecido como Fofão. O anúncio foi feito durante coletiva da “Operação Aminus Lex” – expressão em latim que significa Amigos da Lei, que teve a coordenação do promotor de Justiça Fabiano Rangel, do delegado Luís Maurício Armond, do coordenador Regional do Ministério Público, promotor de Tutela Coletiva Marcelo Lessa, com participação de agentes das polícias Militar e Rodoviária Federal.