Campos contra o Aedes aegypti: mais 7 escolas atuam na confecção das Mosquitéricas

(TEXTO RETIRADO DO SITE DA PREFEITURA) – Professores e agentes pedagógicos de sete escolas municipais participaram, na manhã desta quinta-feira (12), na Escola Municipal de Gestão do Legislativo (Emugle), da Oficina das Mosquitéricas, armadilhas confeccionadas com garrafa pet utilizadas para identificar e prevenir a proliferação do mosquito Aedes aegypti. A atividade realizada pela Secretaria Municipal de Educação, Cultura e Esporte (Smece) faz parte da nova fase do projeto “Campos contra o Aedes”, que será destinada a atender escolas próximas ou pertencentes à zona rural do município. 

A instalação das mosquitéricas funciona como estímulo para que os agentes mirins (estudantes) possam colocar em prática as ações da campanha “10 minutos contra o Aedes”, que tem entre os objetivos encontrar possíveis focos do vetor de doenças como Dengue, Zika e Chikungunya. 

Renata Alice, agente pedagógica da Escola Municipal Mário Barroso, em Ururaí, aprovou o incentivo à aprendizagem e demonstrou empolgação em levar a novidade para as crianças da unidade. 

– Primeiro que pra eles vai ser uma diversão. Pretendemos fazer 400 mosquitéricas, como já adiantou a diretora. É quase que uma por aluno. Eles estão muito empolgados, já fizemos os 10 minutos contra o Aedes essa semana e não encontramos criadouros do mosquito – contou.

As ações acontecem todas às terças na escola e, às quintas, nas residências dos alunos. Para a coordenadora de Ciências da Smece, Carla Salles, a expansão do conhecimento promove mais interação e envolvimento dos participantes.

– Os agentes mirins são grandes soldados desse projeto e, com o apoio dos agentes multiplicadores, eles têm a oportunidade de conhecer o vetor e aprender como combatê-lo em suas casas, na comunidade, na escola – destacou. 

As escolas incluídas nesta próxima fase são: E.M. Santa Maria, Cemei de Tocos, E.M. Lulu Ferreira de Araújo, E.M. Mário Barroso, EM. Claúdia Almeida, E.M. Manoel Coelho e E.M. Santa Terezinha. As unidades se juntam a mais 12 unidades que já fazem parte da fase inicial do projeto.

O Campos contra o Aedes aegypti tem a participação da coordenação de Ciências, Programa Saúde na Escola (PSE), departamento de Animação Cultural e Bandas, departamento de Vigilância Epidemiológica da Secretaria de Saúde e Centro de Controle de Zoonoses (CCZ).