Diante da ausência de resposta do governo do estado ao pedido de escolta feito pelo Anthony Garotinho, o deputado estadual Bruno Dauaire (PSC) enviou, nesta quinta-feira (15), ofícios às comissões de Direitos Humanos e Segurança Pública da Alerj pedindo que ambas tomem providências imediatas diante da ameaça ao ex-governador. (leia mais abaixo)
Dauaire pede que as comissões intercedam pela inclusão de Garotinho e de sua mulher, a também ex-governadora Rosinha Matheus, no programa de proteção da Secretaria estadual de Direitos Humanos. Além disso, que acionem o Ministério Público (MP) para apurarem com rigor a denúncia e deem transparência no processo que apura a agressão sofrida por Garotinho com quando estava preso em Benfica. (leia mais abaixo)
“O ex-governador estava sob responsabilidade do estado. O que houve vai além de agressão, foi tortura, crime hediondo e gravíssimo. O apontado como suspeito tem acesso à estrutura do estado, porte de arma e é de grupo político rival. Então, é urgente que o Executivo garanta a segurança do ameaçado”, justifica Bruno Dauaire. (leia mais abaixo)
Garotinho havia pedido escolta policial de dois turnos para ele e sua mulher, alegando temer pela própria segurança. Segundo ele, o inquérito que apura o caso está parado e a promotora de Justiça Angélica Glioche teria sido afastada após a identificar o agressor como o soldado da Polícia Militar Sauler Sakalem, que leva o mesmo nome do pai, o também PM e ex-subsecretário da pasta de Administração Penitenciária.
