Banco Mundial faz alerta sobre rombo econômico ‘grave’ por consequência da guerra Israel-Hamas

A guerra entre Israel e o Hamas pode causar um prejuízo “grave” ao desenvolvimento econômico global, alertou nesta terça-feira (24) o presidente do Banco Mundial, durante um fórum de investidores na Arábia Saudita.

Após os acontecimentos recentes em Israel e Gaza, o presidente da instituição financeira, Ajay Banga, disse acreditar “que o impacto no desenvolvimento econômico será ainda mais grave”.

Lideranças do grupo extremista armado Hamas lançaram uma ofensiva contra Israel em 7 de outubro. Cerca de 1.400 pessoas foram mortas, segundo autoridades israelenses, além de contabilizar mais de 200 reféns. Nas retaliações de Israel em Gaza, quase 5.800 mortes foram registradas. (Leia mais abaixo)

A inovação e a transformação econômica, que eram os temas desta edição do fórum, foram ofuscadas pela guerra. (Leia mais abaixo)

Larry Fink, CEO do gigante de gestão BlackRock, afirmou que “se esses problemas não forem resolvidos, provavelmente significará mais terrorismo global, mais insegurança, mais medo e menos esperança”. (Leia mais abaixo)

Jane Fraser, CEO do Citi, disse que “é difícil não ser um pouco pessimista”. (Leia mais abaixo)

Mais de 6.000 dirigentes estão inscritos para o evento de três dias, que incluirá diretores dos maiores bancos do mundo e os presidentes da Coreia do Sul, Quênia e Ruanda, de acordo com os organizadores. (Leia mais abaixo)

A guerra entre Israel e o Hamas faz contraste com a visão promovida pela Arábia Saudita, de um Oriente Médio próspero.
Riade retomou neste ano suas relações com o Irã e esteve perto de reconhecer o Estado de Israel, antes do início do conflito.
O país condenou a violência contra civis em Gaza e afirmou que apoia a causa palestina. (Leia mais abaixo)

A atual guerra gera temores de uma escalada no Oriente Médio, especificamente entre Israel e o grupo libanês Hezbollah — uma organização apoiada pelo Irã e aliada do Hamas.