Balanço/ Veja o que disse Ministro: empresas, empregos, petróleo e Porto do Açu

O Campos 24 Horas mostra, neste domingo (29), um balanço da visita do  ministro das Minas e Energia, Bento Albuquerque, a Campos e suas principais avaliações e projeções a respeito da infraestrutura e logística que atraem empresas de energia da atividade do Petróleo e, a partir disso, milhares de vagas de empregos e bilhões em movimentação nos campos maduros da Bacia de Campos. Bento chegou a dizer que “Campos tem um simbolismo enorme para o Brasil”. E  aponta o Porto do Açu como uma âncora fundamental desta infraestrutura, além de afirmar que o  Estado do Rio é o grande polo da energia da federação brasileira. Tudo isso o leitor do Campos 24 Horas confere nesta matéria especial. (leia abaixo)

A maior comprovação de que os campos maduros da Bacia de Campos são economicamente viáveis são os números. Em 2019, a multinacional Trident Energy aportou cerca de US$ 1 bilhão (mais de R$ 5 bilhões) em investimentos nas reservas de petróleo e gás na região. “Isso demonstra esta atratividade econômica da atividade de petróleo e gás na Bacia de Campos que vai gerar ainda mais emprego e renda nesta região com este programa de revitalização”, disse o ministro das Minas e Energia, Bento Albuquerque, na visita que fez a Campos neste sábado (28), onde se encontrou com o prefeito Wladimir Garotinho (PSD) para anunciar o Programa de Revitalização e Incentivo à Produção de Campos Marítimos (Promar).  (leia mais abaixo)

Na entrevista em Campos, Bento Albuquerque destacou que não veio para anunciar investimentos. “Vim para anunciar o programa porque os investimentos já estão sendo feitos não pela Petrobras, mas por outras empresas, e isso é muito bom para todos porque vai gerar desenvolvimento, emprego e renda para a Bacia de Campos”, afirmou.  (leia mais abaixo)

 — Esta região possui uma infraestrutura e uma logística que atraem empresas de energia para cá. O Porto do Açu é uma âncora fundamental desta infraestrutura que o Estado do Rio de Janeiro oferece para a atividade do petróleo e gás, algo de extrema importância não só para estado como para o país. E mostra também porque o Estado do Rio é o grande polo da energia da federação brasileira. Nossa missão é trabalhar para que esta estrutura cada vez mais seja utilizada por estas novas empresas que estão vindo para operar aqui — falou ainda o ministro. (leia mais abaixo)

Bento Albuquerque destacou que “Campos tem um simbolismo enorme para o Brasil quando a sociedade brasileira descobriu que o petróleo e o gás natural representam esta riqueza que o Brasil tem por meio da Bacia de Campos, daí a importância e o significado que tem esta minha presença aqui no Estado da energia. O Promar visa fomentar investimentos para gerar emprego e renda, desenvolvendo a economia  da região, particularmente Campos, que já teve uma grande arrecadação por conta atividade do petróleo e gás, mas que caiu muito. Porém já observamos uma curva de recuperação e temos certeza vai se recuperar ainda muito mais”, comentou ainda.  (leia mais abaixo)

O ministro explicou que as diretrizes do Promar se estende por outras regiões. “Estamos realizando reuniões itinerantes por diversas regiões do país onde existem estas atividades e que exigem revitalização. O que estamos fazendo é colher informações para o aprimoramento do programa e o melhor incremento desta atividade para fomentar investimentos, a fim de gerar desenvolvimento, emprego e renda”, finalizou. (leia mais abaixo)

Em 2020, a multinacional Trident Energy, com base em Macaé, arrematou 10 campos de petróleo, com previsão de investimentos na casa dos 5,6 bilhões de reais para os próximos anos. Antes, a Trident Energy já havia adquirido os campos de Pampo e Enchova, também na Bacia de Campos. (leia mais abaixo)

Outra multinacional com base em Macaé, a franco-britânica Perenco assumiu 3 campos, e prevê investimentos de 1,1 bilhão de reais, entre eles, uma nova plataforma flutuante de armazenamento e transbordo, que deve ser instalada no 2º semestre de 2022. ( leia mais abaixo)

Além dessas companhias, a Bacia de Campos recebe operações da brasileira PetroRio, da norueguesa BW Offshore e da malaia Petronas, que vêm, aumentando suas atividades na região nos últimos anos. (leia mais abaixo)

Dos 17 campos de petróleo adquiridos pelas multinacionais, a maior parte corresponde a campos maduros. Desses 17, a Perenco é responsável por 1 campo que correspondem à geração de royalties para Macaé e outros 2 para Campos dos Goytacazes; a Tridenty, por 6 em Campos e 8 em Quissamã; e a Petronas e a PetroRio, 1 campo com geração de royalties para Campos cada uma. (leia mais abaixo)

Wladimir acompanhou o ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, em visita à plataforma Pampo, na Bacia de Campos. Na tarde foram até a Usina Termelétrica Marlim Azul, em Macaé.