Até o fim de julho, cerca de 85% dos pensionistas do governo estadual do Rio — o que corresponde a 37 mil pessoas — deverão receber a recomposição salarial de 5,9%, referente às perdas inflacionárias sofridas ao longo de 2022. A promessa foi feita pelo diretor de Seguridade do RioPrevidência, Guilherme Saraiva, durante uma audiência pública realizada pela Comissão de Servidores Públicos, da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj), nesta segunda-feira (dia 5).(leia mais abaixo)
Segundo ele, cerca de 44 mil pensionistas não receberam a recomposição salarial prevista para este ano, ao contrário de ativos e inativos. As pessoas prejudicadas fazem jus, inclusive, a valores retroativos.(leia mais abaixo)
Apesar da regularização para 85% dos casos, o Rioprevidência admite que outras sete mil pessoas, cujos cadastros no Sistema de Gestão de Recursos Humanos (SIGRH) apresentam problemas, ainda poderão ficar de fora do pagamento.(leia mais abaixo)
Ainda de acordo com Saraiva, o instituto está pedindo as revisões das pensões por ofício, por meio do SIGRH, ou seja, sem que o pensionista tenha que fazer qualquer procedimento. Entretanto, o interessado pode também fazer esse pedido pela internet, na aba “Fale conosco” do site do Rioprevidência, ou nas próprias agências do instituto, por meio do Documento de Atualização da Pensão (DAP).(leia mais abaixo)
“Isto não é algo fácil de se solucionar, mas estamos no caminho para resolver, verificando alternativas melhores para que todos os servidores, ativos ou inativos, possam ter um tratamento igual”, afirmou.(leia mais abaixo)
Durante a audiência pública, a deputada Martha Rocha (PDT), presidente da Comissão de Servidores Públicos da Alerj, pediu urgência na solução do problema. Segundo ela, o Rioprevidência precisa criar um protocolo especial para que os sete mil pensionistas com pendências cadastrais recebam logo os valores a que têm direito.(leia mais abaixo)
“Essa questão já havia sido alertada nas reuniões do Conselho Fiscal. Não tenho dúvidas de que há algum tipo de dificuldade, mas a gente não pode punir as pessoas por um problema administrativo do Estado”, pontuou.
Fonte: Extra