A apresentação de grupos de dança e escolas de teatro deram um brilho especial no lado artístico da II Feira dos Povos, nesta sábado (22), no Parque Alberto Sampaio, no Centro. O evento realiza, realizado pela Superintendência de Igualdade Racial (Supir) com a ajuda de parceiros, promove o congraçamento das etnias que formaram e ainda continuam formando a sociedade campista, com foco na valorização da própria cultura.
Dezenas de grupos, principalmente de escolas municipais, se apresentaram no palco do anfiteatro do parque, a maioria expressando traços da cultura nacional. Números de jongo, maculelê e capoeira, dentre outros, arrancaram aplausos do público atento aos mínimos detalhes da performance de cada grupo.
– Trata-se da afirmação da própria cultura. O demonstração do conhecimento e a valorização da própria história. Isso é muito importante para esses jovens que devem ter orgulho da própria origem e levar essa mensagem adiante – afirmou a cantora Crisraquel Marcolino, também regente do Coral de Cânticos Africanos da escola Wilson Batista.
Outra apresentação de destaque foi a dos alunos do grupo de teatro da Escola de Práticas Artísticas (EPA), projeto da Animação Cultural da Secretaria Municipal de Educação, ligado à Fundação Cultural Jornalista Oswaldo Lima (FCJOL). Eles apresentaram o “Espetáculo Portinari”, com interpretação sobre as principais obras do artista brasileiro. “O projeto envolve hoje 60alunos e é muito importante para desenvolver o potencial artístico e a autoestima desses jovens”, opina a diretora do espetáculo, Neide Brasil.