Análise: Wladimir e o efeito da boa gestão, o problema de Madeleine e Jefferson

Postado por Fabiano Venancio – A pouco mais de um mês das eleições de seis de outubro, o prefeito Wladimir Garotinho (PP) mantém favoritismo absoluto na disputa da Prefeitura de Campos, de acordo com a pesquisa de intenção de votos publicada pelo Instituto Paraná Pesquisas, que mostra o atual gestor com 63% na preferência do eleitorado, seguido da delegada Madeleine Dykeman (União Brasil), com 17,9%. O professor Jéfferson Azevedo (PT) soma 2,7% e Fabrício Lírio, 1%. O percentual favorável ao atual gestor e a soma das intenções de votos dos adversários indicam uma vitória em primeiro turno, caso a eleição fosse hoje. O Campos 24 Horas mostra quais são as variáveis que poderão interferir na disputa pela Prefeitura até o o dia 6 de outubro, como a forma que a oposição vai fazer para que a delegada Madeleine supere o problema da maior rejeição apontada pela pesquisa entre os sete candidatos à Prefeitura. (Leia mais abaixo)

Wladimir parece sustentar o seu capital político que pode ser ancorado na avaliação dos seus quatro anos de governo, com 76,3% de aprovação, além das circunstâncias em que encontrou a prefeitura, bem como as parcerias que conseguiu construir com as esferas estadual e federal para trazer obras e recursos para o município e superar as dificuldades herdadas pelo governo anterior. (Leia mais abaixo)  

Na pesquisa realizada em maio, pelo Instituto Prefab Future, o prefeito e candidato à reeleição, pontuou 53,75% de intenções de voto. À época, teoricamente a adversária mais próxima de Wladimir era a deputada Carla Machado (PT), que obteve 18,7%. Madeleine ficou com 6,7%. Com o impedimento de Carla, por recomendação da Justiça Eleitoral, Madeleine desponta agora como concorrente direta do prefeito. E o cenário permanece inalterado. (Leia mais abaixo)

Madeleine, a propósito, terá que superar uma adversidade mostrada pela sondagem do Paraná Pesquisas: o maior índice de rejeição da candidata (20,3%), superando Wladimir (16,3%) e Jéfferson com 16,1%.  (Leia mais abaixo)

OPOSIÇÃO, DESÂNIMO E VARIÁVEIS – Uma pergunta se impõe aos analistas e observadores da política local: haverá ainda tempo suficiente para uma reação dos adversários de Wladimir para uma nova configuração do atual cenário?  Quais são as variáveis que poderão interferir na disputa até o final da corrida? Além da delegada Madeleine, cuja candidatura ainda não decolou, a candidatura petista do professor Jéfferson Azevedo ainda deve crescer? Os outros quatro candidatos a prefeito vão tirar “coelho da cartola” para terem uma performance eleitoral razoável e , assim, forçar a realização de um segundo turno? (Leia mais abaixo)

Um dos grandes momentos na campanha eleitoral e considerados importantes espaços de convencimento são os debates entre os principais candidatos e o programa eleitoral no rádio e na televisão. Além disso, os candidatos tem intensificado presença nas redes sociais e no contato direto com o eleitor. (Leia mais abaixo)

Outra variável importante revelada pela pesquisa é o elevado percentual de indecisos, em torno de 54%, o que torna possível duas hipóteses: a manutenção ou ampliação da vantagem por Wladimir ou a capacidade dos seus adversários em atrair este nicho e tornar o atual panorama menos confortável para o atual chefe do Executivo. (Leia mais abaixo)

O jogo ainda está sendo jogado, e só o tempo e o ânimo do eleitor vão mostrar adiante o retrato e a definição de cenários futuros.