Amigos de modelo morta após passar por cirurgia estética se revoltam

A morte da modelo Lygia Fazio, de 40 anos, que teve um AVC (acidente vascular cerebral) após passar por uma cirurgia para a retirada de silicione industrial, gerou revolta em amigos e familiares dela: “Até quando esses médicos assassinos vão colocar PMMA [polimetilmetacrilato] nas pessoas?”, questionou a jornalista Flávia Noronha, amiga da vítima. (leia mais abaixo)

A modelo e influenciadora Jéssica Cristy, que fez alguns trabalhos ao lado de Lygia, explica que a amiga sempre teve medo da quantidade de PMMA que tinha no corpo. “Ela foi retirar, mas já tinha tanta inflamação que chegou à corrente sanguínea, ela teve o AVC e não aguentou”, disse Jéssica nas redes sociais.(leia mais abaixo)

Ela acumulava quase 1 milhão de seguidores nas redes sociais e era conhecida por ser uma mãe dedicada e amorosa, além de mulher determinada, guerreira e que “emanava luz”, segundo seus amigos.(leia mais abaixo)

“Lutou até onde pôde e foi descansar nos braços do Senhor. Ela deixou para nós uma grande lição e exemplo de vida”, escreveu Aline Mascarenhas, em homenagem à amiga.(leia mais abaixo)

Para o psicólogo Diogo Zahori, Lygia foi “mais uma vítima dessa cultura julgadora”. “É uma busca eterna, sempre incansável. Tudo o que queremos é amar, sermos amados e aceitos”, disse o homem.(leia mais abaixo)

(leia mais abaixo)Trombose e embolia
Em 2022, a modelo chegou a ficar 106 dias hospitalizada por causa de complicações decorrentes do procedimento estético. Na ocasião, ela aplicou a substância PMMA e teve trombose e embolia. 

Lygia chegou a retirar três quilos desse material do organismo, mas teve diversas infecções. Desta vez, ela tiraria mais uma parte de PMMA, mas teve outras complicações e não resistiu.