Amália Barros fazia tratamento para engravidar quando descobriu tumor

A deputada federal Amália Barros (PL), que morreu neste domingo (12.mai.2024), fazia tratamento para engravidar quando descobriu um nódulo no pâncreas. Ela teve o processo de implantação do óvulo fecundado pausado para a retirada do tumor.(Leia mais abaixo)

“Ela tava encarando com muita tranquilidade. Não demonstrou apreensão ou medo, estava bem preparada”, disse Ananias Filho, presidente do PL no Mato Grosso e amigo da congressista, em entrevista ao Poder360. “Ela falava que quando fosse candidata, o filho já teria 2 anos e estaria no palanque com dela”.(Leia mais abaixo)

A cirurgia de retirada foi inicialmente descartada, mas se tornou uma opção depois que os medicamentos não fizeram a doença regredir. Segundo Ananias, a cirurgia não apresentava riscos e Amália estava esperançosa: tinha planos de se candidatar à reeleição em 2026.(Leia mais abaixo)

A morte da deputada federal depois de complicações pós-cirúrgicas foi confirmada neste domingo (12.mai). A cirurgia foi realizada em 1º de maio. No mesmo dia, já apresentou complicações no fígado e no pulmão. Ficou internada na UTI (Unidade de Terapia Intensiva) do Hospital Vila Nova Star, em São Paulo, por 11 dias.(Leia mais abaixo)

Amália, para o amigo, era uma pessoa determinada e incisiva. Participava efetivamente das discussões do partido e não tinha receio de expressar sua opinião. Havia solicitado ao partido que apoiasse candidatos com deficiência durante as eleições municipais deste ano.(Leia mais abaixo)

“Tenho muito orgulho dela. Um momento de muita tristeza. Ela é uma estrela que veio para brilhar. Chegou com tanta intensidade, que nos deixou muito breve”, afirmou Ananias.(Leia mais abaixo)

O enterro da política será realizado neste domingo (12.mai) em Mogi Mirim, em São Paulo. Ela será enterrada no mesmo local do pai, falecido em dezembro 2023, segundo o amigo.(Leia mais abaixo)

Quem era Amália Barros
Amália Barros cumpria seu 1º mandato como deputada federal. Eleita pelo Mato Grosso em 2022, teve mais de 70.000 votos. Era vice-presidente do PL Mulher e amiga da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro.(Leia mais abaixo)

Amália Barros era formada em jornalismo, mas quando, aos 20 anos, perdeu a visão de um dos olhos, começou a carreira política para lutar pela causa. Teve o olho substituído por uma prótese.(Leia mais abaixo)

Foi ela quem inspirou a Lei 14.126/2021, que classifica a visão monocular como uma deficiência sensorial. Seu gesto da mão cobrindo o olho esquerdo se transformou em uma marca de campanha.

Fonte: Poder360